segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Olho vivo na Torre Alta de Observação da Amazônia

Começou a ser erguida, no coração da selva amazônica, uma torre de 330 metros de altura que vai monitorar de forma contínua, por pelo menos 20 anos, as complexas interações entre a atmosfera e a floresta. Repleto de instrumentos científicos de alta tecnologia, o observatório - que será o maior e mais completo do gênero no mundo - medirá com precisão sem precedentes os fluxos amazônicos de calor, água e gás carbônico, além de analisar minuciosamente os padrões de ventos, umidade, absorção de carbono, formação de nuvens e parâmetros meteorológicos.

Com o estudo das trocas de massa e energia que ocorrem entre o solo, a copa das árvores e o ar acima delas, a Torre Alta de Observação da Amazônia (Atto, na sigla em inglês) deverá gerar conhecimento inédito sobre o papel do ecossistema amazônico no contexto das mudanças climáticas globais.

A logística para a construção da estrutura e os esforços empreendidos para viabilizar o projeto foram dignos de uma epopeia. Em 2007, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Instituto Max Planck de Química, da Alemanha, formalizaram a parceria para construir o observatório - um sonho de décadas. 

Foi preciso realizar extensos estudos para escolher o local, pois, destinada a monitorar o sensível ambiente amazônico, a torre precisaria ser construída longe de qualquer aglomeração humana. Ela deveria também se situar em uma área de terra firme da floresta, o que permitiria extrapolar para todo o bioma os dados obtidos.

Ao longo de sete anos, cientistas, técnicos e operários percorreram incansavelmente o trajeto que vai de Manaus até o local escolhido para a torre: depois de 170 quilômetros de estrada até o Rio Uatumã, na região da Barragem de Balbina, é preciso rodar mais 40 km em estradas de terra, em carros com tração nas quatro rodas. A partir daí, segue-se um trecho de 65 km em lanchas até uma trilha de 13 km mata adentro. “Tínhamos de percorrer essa trilha em quadriciclos, usando um trator para os equipamentos mais pesados. Era um caminho acidentado e difícil”, contou um dos coordenadores do projeto Atto, Antonio Manzi, do Inpa. 

Desafios. Em péssimas condições, a antiga trilha precisava ser restaurada para viabilizar o início da construção da torre. Mas, depois de longos processos para a liberação dos recursos do projeto - custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo governo alemão - a concorrência pública para restauração da trilha atrasou tanto que se tornou inviável. “Enquanto isso, seguimos fazendo medições e construindo torres menores, auxiliares, para não deixar o projeto morrer. Finalmente, a trilha estava tão degradada que o orçamento para restauração, de R$ 1,1 milhão, seria triplicado. Tornou-se mais barato construir um novo terminal, de R$ 2 milhões. Mas aí foi preciso iniciar um longo processo de licenciamento ambiental”, disse Manzi. 

O custo total do projeto foi de cerca de R$ 20 milhões, incluindo os R$ 7,5 milhões da construção da torre, além de equipamentos e obras.

Além de duas torres de monitoramento de 80 metros, construídas a cerca de um quilômetro do local da Atto, foram construídos alojamentos para 25 pessoas e uma pequena instalação laboratorial no local. Só em 2014 as fundações da torre Atto foram iniciadas: a estrutura será ancorada por cabos de aço em blocos que somam 170 metros cúbicos de concreto, com 400 toneladas. Na primeira semana deste mês, a torre começou a ser erguida. Mas, antes disso, foi preciso transportar por mais de 4 mil km a estrutura do gigante metálico. 

“O projeto da torre foi feito pela empresa paranaense San Engenharia. Todas as partes de aço da torre, incluindo os cabos de sustentação e parafusos, foram levados para o local da construção por seis carretas, a partir de Curitiba”, disse Manzi. 

Passando por cinco Estados, as carretas percorreram cerca de 3,1 mil km até Porto Velho. Dali seguiram por mais 200 km até o cruzamento com a Rodovia Transamazônica, em Humaitá, no Amazonas, onde foram embarcadas em uma balsa no Rio Madeira. Foram quase 1 mil km de balsa, passando pelos Rios Amazonas e Uatumã, até que as carretas pudessem desembarcar e pegar a estrada exclusiva do projeto.

Dimensões. Os pesquisadores não têm a menor dúvida de que a saga amazônica da torre Atto valerá a pena. Para eles, a importância científica da torre é tão alta quanto ela. A floresta amazônica é um dos ecossistemas mais sensíveis do mundo e sua influência na estabilização climática afeta todo o planeta. Para entender o que acontecerá com o clima mundial no futuro, é preciso conhecer a fundo os processos físicos, químicos, biológicos e geológicos do bioma. 

“Eu não gosto quando as pessoas falam da torre Atto atendo-se apenas à comparação do seu tamanho com a Torre Eiffel. O foco não é esse. A torre nos ajudará a responder inúmeras incertezas em relação às mudanças climáticas globais”, disse o físico Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo (USP), outro dos coordenadores da torre Atto, que integra o Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA). “Vamos diminuir as incertezas e contribuir para aprimorar a representação da Amazônia e outras áreas tropicais úmidas nos modelos climáticos”, afirmou.

A grande altura da torre, no entanto, traz vantagens científicas decisivas. O alcance na camada limite da atmosfera permite a obtenção de um sinal muito estável diante das turbulências e variações nas massas de ar sobre a floresta. “O programa LBA opera cerca de dez tores de fluxos de carbono na Amazônia. Elas têm entre 54 e 85 metros. A torre Atto é muito mais sensível e integrará uma área muito mais extensa de floresta”, disse Artaxo. 

Segundo ele, serão monitorados com precisão inédita os gases de efeito estufa liberados pela floresta e analisados a radiação solar, o ciclo hidrológico, as partículas de aerossóis e seus efeitos sobre a vegetação e sobre os ciclos de nutrientes na floresta. Ela permitirá entender os processos de convecção, ligados à formação de nuvens na região. “Tudo isso é fundamental para entendermos se nas próximas décadas a Amazônia continuará a absorver carbono da atmosfera como faz agora - o que afeta todo o mundo.”

OS TENTÁCULOS AMBIENTALISTA PARA CONTROLAR A AMAZÔNIA

       A cobiça internacional sobre a nossa Amazônia é fato conhecido dos brasileiros. Nós sabemos da inveja que nações poderosas nutrem contra o Brasil, por possuir a maior reserva verde inexplorada do mundo, com possibilidades de lhe garantir sustentabilidade. Os "ambientalistas", sob o pretexto de estarem ajudando o Brasil a cuidar da Amazônia, tem feito inúmeros esforços para colonizar, controlar e se apossar da nossa mata. Através de ONGs e pessoas infiltradas em órgãos do nosso governo, vem fazendo manobras claras de tomada de posse, porém, nós estamos de olhos abertos.
        A farsa do "aquecimento global" e das "mudanças climáticas" tem sido extremamente usada para levar a cabo os projetos de dominação sobre a amazônia, mas nós sabemos que não passa de uma fraude em dimensões escatológicas. Sobre isso, a baixo segue o artigo "A Grande Farsa Verde" de David Rose, que desmantela o argumento dos ambientalistas comprometidos com a dominação da Amazônia.  
       Os ecofascistas e econazistas estão espalhados pelo Brasil. Eles apontam caminhos para "preservação da amazônia" que nós sabemos que não são os caminhos para o bem do nosso país, mas sim para o bem deles, pois querem a todo custo tomar o que é nosso por direito. Não descartamos o fato de termos a Marina Silva como uma das principais propagandistas do pensamento estrangeiro sobre a Amazônia, e nos admira de que de um jeito ou de outro ela está chegando ao poder. O artigo dois, a baixo,  fala da "Loucura ecofascista: “Você está congelando? Culpa do aquecimento global!” e desmente mais embromações dos ecofascistas e econazistas entranhados no Brasil.

ARTIGO 01 
Prova concreta finalmente mostra que as previsões do aquecimento global que geraram bilhões em gastos estavam ERRADAS o tempo todo.

Não, o mundo NÃO está esquentando (como você deve ter notado). Vamos agora revelar os dados oficiais que estão fazendo com que os cientistas mudem repentinamente de ideia sobre o apocalipse climático. Será que os políticos financiados pelos ambientalistas irão parar de travar uma cruzada verde com o nosso dinheiro? Bem... o que VOCÊ acha?
O jornal britânico Mail on Sunday apresentou provas irrefutáveis de que as previsões oficiais do aquecimento do clima mundial eram catastroficamente falhas.
O gráfico nesta página destrói a “base científica” utilizada pela Inglaterra para reestruturar toda a sua economia e gastar bilhões em impostos e subsídios para reduzir emissões de gases estufa. Essas ações já aumentaram em £100 (cerca de R$ 300) ao ano a conta de energia das famílias britânicas.
Gráfico do aquecimento global
As faixas vermelha e rosa no gráfico, subindo gradualmente, são as previsões computadorizadas utilizadas pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas.
As estimativas, às quais foram atribuídas certeza de 75% e 95%, sugerem que havia uma chance de apenas 5% de a temperatura real ficar abaixo das duas faixas.
Mas quando as últimas estatísticas oficiais do aquecimento global publicadas pelo departamento nacional de meteorologia do Reino Unido (Met Office) são sobrepostas às previsões, elas mostram quão erradas elas estavam, ao ponto de cair completamente abaixo da faixa de 95%.
O gráfico mostra em detalhes incontestáveis que a velocidade do aquecimento global foi extremamente superestimada. No entanto, essas previsões tiveram um impacto destrutivo nas contas que o britânico paga, do aquecedor à gasolina, passando pelas enormes quantias pagas às cúpulas para reduzir emissões de carbono.
O debate ambientalista foi, para todos os fins, sequestrado por informações falsas. As previsões também forçaram a saída de vagas de emprego no país, pois as fábricas foram transferidas para lugares em que não havia metas de emissões.
Uma versão do gráfico aparece em uma minuta do histórico Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, previsto para ser publicado ainda este ano. O vazamento ocorreu em um momento em que os mais eminentes cientistas começam a admitir que seus maiores temores com relação ao aquecimento global não se tornarão realidade.
Os acadêmicos estão revendo suas posições depois que se deram conta dos erros de cálculo. Myles Allen, professor de Geografia Física pela Universidade de Oxford, declarou que até recentemente acreditava que o mundo poderia estar a caminho de um aumento catastrófico de temperatura de mais de cinco graus célsius ainda neste século.
Mas agora ele admite: “O improvável se concretizou”, acrescentando que o aquecimento provavelmente será muito menor.
Allen diz agora que as estimativas mais altas “parecem duvidosas”.
O gráfico confirma que não houve um aumento estatisticamente relevante da temperatura média do mundo desde janeiro de 1997, conforme este jornal divulgou com exclusividade no ano passado.
No fim do ano passado, o Met Office revisou sua previsão para dez anos, que previa recordes anuais de aquecimento. Agora ele afirma que a estagnação do aquecimento irá durar até pelo menos 2017. Um olhar rápido no gráfico é suficiente para confirmar que o mundo estará muito mais frio do que o mais frio dos cenários previstos.
Especialistas

A fonte é impecável. A linha que mostra a temperatura mundial é do banco de dados “HadCRUT4” do Met Office, com base em leituras de mais de 30.000 postos de medição. Ela foi sobreposta às faixas de certeza de 75% e 95% para produzir o gráfico acima por um grupo que combina o trabalho de 20 centros de modelos climático a serviço do IPCC.
As predições do aquecimento global, baseadas nas previsões dos cientistas de quão rápido os aumento dos níveis de CO2 causariam aumentos de temperatura, influenciaram diretamente a criação da Lei de Mudanças Climáticas da Inglaterra. Segundo a lei, o Reino Unido se compromete a reduzir as emissões em 80% até 2050.
A conta elétrica no Reino Unido inclui subsídios para turbinas de energia eólica no valor de £ 7,6 bilhões (cerca de R$ 23,5 bilhões) por ano, levando a um valor total de £ 110 bilhões (cerca de R$ 340 bilhões). Os motoristas em breve verão outro aumento de £ 0,03 (R$ 0,09) por litro de gasolina devido à mistura de etanol.
Muitos cientistas dizem que a estagnação (além de novas pesquisas sobre fatores como partículas de fumaça e ciclos oceânicos) os fez repensar no que se chama de “sensibilidade climática”, ou quanto o mundo irá aquecer para um dado nível de CO2.
Piers Forster, professor de Mudanças Climáticas da Universidade de Leeds, declarou recentemente: “O fato de que a temperatura da superfície global não aumentou nos últimos 15 anos, somado a bons conhecimentos dos fatores que alteram o clima, tornam as altas estimativas pouco prováveis”.
E a professora Judith Curry, coordenadora de ciências climáticas no respeitado Instituto de Tecnologia da Georgia, declarou: “Os modelos estão ficando quentes demais. A tendência de estabilidade da temperatura global pode continuar por uma ou duas décadas”.
Jamen Annan, integrante do Centro de Vanguarda em Pesquisa de Mudanças Globais (Frontier Research Center for Global Change) e famoso defensor da teoria do aquecimento, afirmou recentemente que as altas estimativas da sensibilidade climática agora parecem “cada vez mais indefensáveis”, uma vez que os reais números provavelmente serão cerca de metade da previsão do IPCC em seu último relatório de 2007.
Os céticos declarados do aquecimento global estão mais inequívocos. O Dr. David Whitehouse, autor de um novo relatório sobre a estagnação do aquecimento global publicado este mês pela Fundação Lord Lawson para Políticas sobre o Aquecimento Global, declarou: “Isso muda tudo. Significa que temos muito mais tempo para esclarecer as coisas. O aquecimento global não deve mais ser o principal determinante para a política econômica e energética de lugar nenhum”.
Eu disse que o fim não estava próximo... e isso me custou minha carreira na BBC, afirma o primeiro ambientalista da TV, David Bellamy.
Desafiou a ortodoxia: O botânico David Bellamy, que trabalhava na BBC, afirmou ter sido visto como herético por não seguir a linha do aquecimento global.

Este gráfico mostra que o fim do mundo não está próximo. Mas para qualquer pessoa, como eu, que foi difamada por defender uma visão tão fora de moda, a coisa mais importante a esse respeito provavelmente é a fonte: O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC).
Desde sua criação em 1988, o IPCC vem alardeando sobre o aquecimento global antrópico. Mas aqui, em uma minuta do seu último relatório, está um gráfico que sobrepõe a temperatura observada da Terra com suas previsões.
Ele mostra um mundo que teimosamente se recusa a aquecer. Aliás, mostra que o mundo está a ponto de esfriar.
O fato estranho é que a Terra aqueceu apenas 0,5 graus Celsius nos últimos 50 anos. E os registros do Met Office mostram que nos últimos 16 anos as temperaturas têm se mantido no mesmo patamar, e até começando a cair.
Como demonstra o gráfico, quanto mais o tempo passar, mais o registro da temperatura real irá divergir da previsão apocalíptica do IPCC.
Mas mesmo assim, essa previsão foi utilizada para justificar os horríveis parques eólicos que estragam a zona rural do Reino Unido, e bilhões em impostos “verdes” desnecessários que tornam sua indústria menos competitiva e aumentam em £ 100 (R$ 300) por ano as contas de luz das famílias.
O aquecimento global antrópico se tornou a ortodoxia científica, sem espaço para dissidências. Tragicamente, a tradicional cautela dos meus compatriotas foi jogada fora junto com o conceito cético da revisão por pares para testar novas teorias.
Os opositores do aquecimento global antrópico são vistos como hereges perigosos, como descobri por conta própria. Logo após a criação do IPCC, fui convidado para o que agora se chama Centro Hadley para Previsões e Pesquisas sobre o Clima, em Exeter, para assistir a uma apresentação sobre o aquecimento global.
Como editor de história natural da BBC e acadêmico de ciências, eles queriam que eu me juntasse à causa. Mas quando li as ditas evidências, dei-me conta que eram falhas e não me “registrei”.
Rapidamente fui afastado da BBC e da comunidade científica mais ampla. Quando ajudei algumas crianças em uma campanha contra um parque eólico como parte do programa de TV Blue Peter, fui publicamente difamado. Recebi e-mails abusivos me criticando. Dei-me conta que minha carreira na BBC estava terminada.
Mas a teoria científica seria testada. É por isso que questiono a ciência que culpa o carbono com o vilão que trará o fim do mundo.

Discussão aberta: David Bellamy argumenta que deveríamos ser capazes de testar teorias sobre o aquecimento global, e que o mundo pode viver com flutuações de níveis de carbono no ar.

A geologia nos diz que os combustíveis fósseis se compõem predominantemente de carbono que já fez parte da nossa atmosfera antes de ser isolado na terra há milhões de anos atrás. Naquele tempo, havia mais de 4.000 partes de carbono por milhão (ppm) na atmosfera. Ao longo do tempo, esse nível caiu para 270 ppm, e agora está por volta de 385 ppm.
É óbvio que o mundo pode viver com essas flutuações no nível de carbono na atmosfera. Há uma correlação entre a temperatura e o CO2, mas alguns dos meus colegas colocaram o carro na frente dos bois.
As evidências mostram que os níveis de CO2 acompanham a temperatura, e não o contrário. Aliás, pode haver muitos fatores que determinam o nosso clima. O cientista australiano David Archibald mostrou uma incrível correlação entre a atividade solar e o nosso clima ao longo dos últimos 300 anos. Os cientistas do clima insistem que devemos aceitar a ortodoxia do “carbono” ou ser deixados de lado.
Mas os cientistas por trás da teoria possuem outros interesses: é uma maneira excelente de justificar novos impostos, ganhar mais dinheiro e lhes garantir mais trabalho.
A realidade é que o aquecimento global antrópico é um mito: a temperatura global está perfeitamente dentro dos limites que possibilitam a vida, e além disso, a temperatura atual é mais fria em comparação com boa parte da história da terra. Talvez esse seja o momento em que esse fato se torne uma nova ortodoxia científica.
Revista Time de 1977: Como Sobreviver à Era do Gelo que Está Vindo

1977 – O ano em que nos disseram para temer os horrores do... esfriamento global
As temperaturas têm caído desde o início dos anos 40. Os professores alertaram que a tendência iria continuar e as crises de alimentos iriam piorar devido à redução das estações de cultivo.
A revista Newsweek publicou que as evidências do esfriamento eram tão fortes que “os meteorologistas estão tendo dificuldades para acompanhá-las”. Mas, lamentou, “os cientistas veem poucos sinais de que os líderes do governo de qualquer país estejam preparados para tomar simples medidas para introduzir as variáveis de incerteza climática em suas projeções econômicas”. Segundo a revista, o planeta já estava “um sexto a caminho da próxima era do gelo”.
Enquanto recentemente a culpa de todos os eventos climáticos extremos é atribuída ao aquecimento global, na década de 1970 o culpado era o esfriamento global. Um artigo previa “o surto mais devastador de tornados já registrado”, além de “secas prolongadas, inundações e geadas”.
O gráfico original foi produzido pelo Dr. Ed. Hawkins, pesquisador sênior do Centro Nacional de Ciências Atmosféricas. Discussões sobre o gráfico e seu significado podem ser encontrados no site Climate Lab Book.

ARTIGO 02 

Loucura ecofascista: “Você está congelando? Culpa do aquecimento global!”

Um “vórtice polar” avançou sobre grande parte do território dos EUA fazendo descer as temperaturas até -50º.

As cataratas do Niágara gelaram parcialmente e as perdas estão sendo calculadas em bilhões de dólares.

Malgrado a intensidade do fenômeno, ele nada tem a ver com a tendência ao esfriamento global que os cientistas objetivos vêm registrando há anos.

Trata-se de um fenômeno extraordinário já verificado em outras oportunidades, com maior intensidade até.

Entretanto, grande parte da opinião pública americana considera o fenômeno como um cruel desmentido da natureza à furada teoria do “aquecimento global”.
Este posicionamento, na realidade, não tem base científica, mas sim um poderoso fundamento psicológico que funciona assim: “como pode ser que o planeta esteja aquecendo quando mais da metade dos EUA está paralisado por um espantoso ‘vórtice polar’”?
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Vórtice polar atinge Plattsmouth, Nebraska.
Os militantes ambientalistas sentiram na pele a força desta reação puramente psicológica.

Afinal de contas eles não se interessam tanto pela ciência, mas apenas tencionam manipulá-la para jogar a opinião pública contra o “capitalismo”, a “civilização industrial”, o “progresso” e outras realidades que contradizem seus sonhos anarco-socialistas.
Sentiram eles, então, a necessidade de manipularem mais uma vez argumentos científicos para tentar desfazer essa reação psicológica.

Mas, o que dizer para ludibriar a opinião pública americana nesse ponto?

Difícil responder.

O certo que para surpresa de todos, ativistas “verdes” de ONGs, mídia e centros científicos, não acharam nada melhor que pôr a causa no ‘aquecimento global’, nas ‘mudanças climáticas’ e outros slogans cada vez mais gastos.

Para a opinião pública isso soou como o auge do desatino: “congelamos porque o mundo aquece? Estão doidos?”

Não estão doidos, eles têm uma “religião” que lhes exige professar absurdos, se isso serve para abalar a civilização ocidental.
Niagara
Cataratas do Niágara parcialmente congeladas.

Um ápice de contradição foi atingido pela revista “Time”, de renome mundial.
Um de seus principais redatores, Bryan Walsh, chegou a profetizar que não só este mais outros auges de frio acontecerão por culpa do aquecimento global gerado pela civilização.
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1974 e 2014: duas maneiras opostas de noticiar fenômenos identicos.
O viés desinformador da “Time” ficou evidente pelo fato que em 1974 quando um fenômeno semelhante atingiu os EUA, a revista noticiou-o como anunciador do “esfriamento global”. O título do artigo da revista já o diz tudo “Another Ice Age?” (“Outra era glaciar?”, segunda-feira, 24 de junho de 1974).

Mas, os ridículos não pararam por ai. O meteorologista Eric Holthaus que havia anunciado que iria se esterilizar em 2013, para ajudar a salvar o planeta, proclamou no Twitter: “Sim você pode agradecer o ‘aquecimento global’ por ter nos oferecido este ‘vórtice polar’”.
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Cidadãos de Minnesota se divertem com os sofismas da militância eco-farsante.
Weather Channel, reconhecendo que publicava uma afirmação “contra-intuitiva” citou cientistas que defendem a mesma inacreditável montagem do espantoso esfriamento causado pelo aquecimento.

A ousadia do absurdo por vezes confunde as inteligências honestas que não concebem que possa se chegar a tais estouvamentos.

Felizmente cientistas categorizados refutaram essas interpretações distorcidas por um viés ideológico e puseram as coisas em seu lugar.
Dr. Will Happer, premiado professor de Física da Universidade de Harvard declarou: “os ‘vórtices polares’ tem estado por ai desde sempre. Eles não têm quase nada a ver com algum aumento do CO2 na atmosfera”.
Também o meteorologista Dr. Ryan Maue repeliu a suposição absurda: “Esta história do ‘vórtice polar é a mais recente mensagem de ‘Snapchat’ (aplicativo para rede social): após alguns segundos a explicação se desfaz”.

O blog Real Science sublinhou o disparate de atribuir o frio ao calor e o sem-sentido de dizer que o aquecimento do Ártico gerou o ‘vórtice polar?’: “Como é que alguém pode dizer que o Ártico está se aquecendo rapidamente e ao mesmo tempo produzindo frios recordes? Como é que um frente de ar com uma temperatura de -65ºF pode resultar de um gelo que está derretendo? Essas afirmações são ridículas para além da compreensão humana. A extensão da superfície do Ártico está normal. A neve no Hemisfério Norte está atingindo recordes”.

climatóloga Judith Curry, professora catedrática na School of Earth & Atmospheric Sciences do Instituto de Tecnologia da Universidade de Geórgia, respondeu categoricamente ao disparate: “O aquecimento global, causando o ‘vórtice polar’? Numa só palavra: NÃO”.
O climatologista Cliff Mass pediu seriedade à imprensa: “As alegações que nós ouvimos esta semana, no sentido de que o ‘efeito estufa’ gera mais ondas de frio, realmente, aparecem como desprovidas de qualquer fundamento na observação e na teoria. A mídia precisa parar com esse argumento insustentável”. 
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Cliff Mass:  alegações dos ambientalistas estão desprovidas de qualquer fundamento.
Cliff Mass acrescentou ainda: “Todos esses relatos falsos estão produzindo danos substanciais, fazendo com que muitos americanos acreditem que o aquecimento global está tornando cada vez mais extremo nosso clima invernal, quando a evidência observacional sugere que não há nada disso. Um dia, alguns sociólogos terão que estudar esta ocorrência e os elementos psicológicos que nos jogaram nisso”.
Nós, não acreditamos que se trate de alguma patologia a ser tratada pela medicina ou pela psiquiatria.

No livro “Psicose ambientalista” de Bertrand de Orleans e Bragança, está largamente demonstrado que as condutas aparentemente aberrantes do ambientalismo radical, obedecem a uma religião ecológica, igualitária e anticristã.

Esse fundo “religioso” fornece uma explicação coerente dos procedimentos ambientalistas no Brasil e no mundo.

Luis Dufaur edita o blog Verde, A Cor Nova do Comunismo.

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