terça-feira, 23 de setembro de 2014

O Brasil NÃO apoia terrorismo, Sra. Presidente

     A única coisa que caracteriza plenamente a esquerda é o cinismo. A esquerda acha correto matar milhares de inocentes com suas ideologias patológicas, mas acha extremamente errado a morte de terroristas. Vejamos mais um episódio doentio protagonizado pela presidente Dilma esta semana, em Nova York, por ocasião da Cúpula de Mudança Climática da ONU. 
     
     O Globo de hoje, 23 de setembro de 2014, trouxe uma matéria no mínimo chocante:
NOVA YORK — A presidente Dilma Rousseff condenou os ataques aéreos na Síria pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, iniciados na noite de segunda-feira para desmantelar a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e combater células da rede al-Qaeda. Para Dilma, o Brasil repudia agressões militares, porque elas podem colher resultados imediatos, mas trazem consequências deletérias para países e regiões no médio e longo prazos. A presidente citou Iraque, Líbia e Faixa de Gaza como exemplos recentes da falta de eficácia deste tipo de política.
     Segundo O Globo, Dilma Rousseff disse:
Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência. Perda de vidas humanas dos dois lados, agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas depois causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza.
     A presidente parece ignorar qualquer prática criminosa por parte do EI. Em sua fala, não teve a decência de reconhecer que o EI tem realizado uma das piores perseguições contra cristãos; ela ignora o genocídio cometido pelo EI. A presidente foi incapaz de lamentar as decapitações públicas, a matança cruel de mulheres e crianças, a invasão do Iraque pelos extremistas islâmicos, a destruição de vilas inteiras e tantos outros atos de terrorismo que vem sendo praticado pela jihad em curso. A presidente ignora o terrorismo e quer fazer a comunidade internacional acreditar que o Brasil lamenta a reação dos EUA contra o EI? Lamentável.

      Como diz Percival Puggina: "é preciso fazer saber ao mundo que, especialmente questões internacionais, nosso governo representa o que há de mais retrógrado no seu partido. E não ao Brasil. Tais não são as opiniões da nação brasileira. Fale por si e pelo PT, presidente. Não nos exponha ao ridículo dessa maneira." É isso, Sra. Presidente, o Brasil não apoia terrorismo como seu partido.


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