quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Bate Papo Cultural com Fábio Aiolfi

Fábio Aiolfi
Fábio Aiolfi nasceu no dia 11 de abril de 1988, na cidade de Aracruz, no estado do Espirito Santo. Começou a carreira como ator em 2005, participando de diversas obras teatrais. Ganhador de 5 prêmios nas áreas de Teatro e Literatura, Aiolfi faz parte da nova geração de artistas. Em 2010 lançou três livros: Entre o Amor e a Fogueira (Romance), O Silêncio do Pensamento (Poesias), Melissa e Roc-roc em busca do Era uma vez... (Teatro). Ainda neste ano se prepara para fazer sua estréia no cinema com o filme “Te amo, Lucas!” onde atua e assina o roteiro. É academico do ABLA (Academia Boituvense de Letras e Artes) ocupante da cadeira nº13. Também representa mundialmente o seu estado, como Cônsul do Poetas Del Mundo. É com essa pessoa dinâmica e carismática que falaremos em nosso Bate Papo Cultural.


Abimael Borges - Fábio, com que idade você começou se interessar por teatro e o que te levou a gostar de arte de modo geral?
Fábio Aiolfi – Desde pequeno eu queria ser artista! Cantava, dançava, interpretava, pintava, escrevia... Mas tudo em forma de brincadeira. Em 2004 comecei a escrever letras de músicas, e mais tarde, poesia. No ano seguinte eu entrei em um curso de teatro e não parei mais. Comecei a escrever espetáculos, romances, pintar telas...

AB - Como você dar vida aos seus personagens no teatro?
FA – No teatro, sempre fiz personagens caricatos, e acredite, meu laboratório eram pessoas de meu convívio (risos). Um trejeito, um bordão usado por pessoas. Arrumava um jeito de mesclar ao personagem. Gosto de estudar o texto, compor de verdade.

AB - Qual a diferença entre escrever e montar seus próprios textos e fazer montagens de textos de outros autores? São experiências distintas até que ponto?
FA – Um texto de uma Maria Clara Machado, não podemos tirar nenhuma vírgula. É aquilo, deve ser seguido. Já os meus sofrem modificação o tempo todo, pois eu estou ali, autorizando os atores a criarem, e ao mesmo tempo estou criando. Muitos acham errado que o texto sofra modificação. Mas a arte é criação o tempo todo. Uma curiosidade, eu não gosto de interpretar personagem que eu mesmo escrevi...

AB- Quais suas influências no mundo teatral?
FA- Gosto muito da Nathália Timberg, suas personagens são maravilhosas, já a vi nos três seguimentos: Teatro, TV e Cinema. É maravilhosa.

Noite de autógrafos
AB - Você é uma das pessoas mais lidas do site Recanto das Letras. Quando você começou a se interessar pela produção literária?
FA – Aos 10 escrevi meu primeiro poema, e minha avó adorou. Mas acabei por deixar esse lado esquecido. Em 2005, foi um ano de transformação, o Fábio para o Fábio Aiolfi (Risos). Li muito Paulo Coelho, Maria Clara Machado e Shakespeare. Três estilos diferentes. Comecei escrevendo infantis, e depois de cinco anos, estou me dedicando a livros e filmes.

AB - Das obras que você já publicou, qual é a mais significativa para você e por quê?
FA – “Entre o amor e a Fogueira” meu primeiro livro. É um romance, em uma história que gosto, em um tempo que adoro. Ele abriu as portas para um novo mundo.

AB- Que portas foram estas?
FA- Primeiramente a porta de minha alma, descobri através deste livro, pessoas, lugares, sentimentos, e agonia. Acho que a porta do conhecimento.


Fábio no papel de Lucas
 AB - Você acaba de escrever e produzir um curta-metragem. Como está sendo a experiência com o filme "Te amo, Lucas"?
FA – Escrever o “Te amo, Lucas!” foi engraçado. Estava em casa em um dos jogos do Brasil na copa de 2010. E do nada surgiu. Apresentei o roteiro a escritora Vilma Belfort, que incentivou-me a produzir. Ele ainda está sendo editado, mas já existe grande expectativa. Acredito que será o primeiro de muitos. É um filme bonito porque fala de amor.

AB- Suas produções literárias sempre falam de amor?
FA- Não sempre. Mas em sua maioria sim. Acho que o amor consegue transformar o mundo. E passar o meu amor por uma obra, é maravilhoso. Confesso que tenho uma queda por histórias românticas.

AB- O que seria a arte?
FA- Reinvenção! Reinvenção da vida, dos nossos sentimentos, da política, por exemplo. Não acho legal um que se diz artista, que só faz arte por fazer... Temos que sentir o nascer da arte, reinventando-nos primeiro, para depois ajudar as pessoas. A arte é a medicina da alma.

AB - Fale-nos dos seus planos futuros. Novos projetos em vista?
FA – O Futuro? Pretendo dedicar-me a promoção do filme, e de meus três livros publicados. Finalizar mais alguns livros, e voltar a produzir novos filmes. Já existem propostas para novos trabalhos cinematográficos, acho que 2011 será um ano de muitas novidades em minha carreira. Espero sempre compartilhar esses momentos com você, e com os seus leitores!

AB- Obrigado por esse bate papo, e muito sucesso na carreira!
FA- Eu que agradeço, por conversar sobre minhas produções com um profissional como você!


Então é isso. Quem quiser conhecer melhor ou entrar em contato com o Fábio Aiolfi visita o blog dele (http://oficialfabioaiolfi.blogspot.com/)

4 comentários:

  1. Parabéns... adorei.. Fábio é 10!
    Lu!

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  2. Fábio, é o teu sucesso solidificando cada vez mais na arte brasileira! Abima,que luxo,hem,de página,parabéns!!!Lindo,lindo!

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  3. Parabéns Fábio!! muito sucesso pra ti anjo! ;D

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