domingo, 8 de maio de 2016

O PT é um partido comunista e isso não pode ser ignorado

Por aulo Eneas
Não se pode perder de vista o dado mais importante para entender o que se passa no país nos últimos anos: o PT é um partido comunista. O comunismo está na genética do partido, assim como está na alma de seus fundadores e dirigentes. Apesar dos malabarismos verbais públicos, das declarações orais e escritas que sempre tentaram dissimular e ocultar as reais intenções do partido, bem como os contorcionismos ditados pela conveniência política da correlação de forças de determinados momentos, o PT nunca deixou de ser um partido comunista.
Seus fundadores e dirigentes principais sempre foram defensores apaixonados do regime cubano, assim como defendiam com ardor o regime soviético enquanto esse existia. E quando um petista não é stalinista ou castrista convicto, trata-se de um trotskista ferrenho. E hoje todas essas variantes convergem para o bolivarianismo. A quase totalidade dos petistas nunca esconderam seu antiamericanismo e o ódio visceral que nutrem por Israel. Esses mesmos petistas também não escondem a devoção cega à ditadura socialista chavista venezuelana que está literalmete matando seu povo de fome. O PT é um partido comunista, ponto. E é com esse dado da realidade que devemos fazer a luta política.
O comunismo que o PT sempre defendeu e defende e que sempre esteve no partido desde sua origem, se expressa naquilo que o partido é hoje: a versão brasileira do chavismo venezuelano ou do bolivarianismo, que por sua vez nada mais é que o nome dado à nova estratégia de guerra política empreendida pelo movimento comunista no continente latino-americano, sob a coordenação do Foro de São Paulo, que o próprio PT ajudou a fundar.
O chavismo venezuelano destruiu o país vizinho: trouxe miséria e pobreza, corrupção generalizada do estado, índices estratosféricos de violência e criminalidade e de inflação. O chavismo venezuelano trouxe uma ditadura aliada ao narcotráfico e ao terrorismo islâmico, trouxe o fim das liberdades civis e democráticas, trouxe a censura e o fim da liberdade de imprensa e o fim da liberdade de expressão dos cidadãos nas redes sociais. O chavismo trouxe prisões sem ordem judicial, trouxe a polícia bolivariana a serviço do regime de ditadura, que atira para matar em manifestantes e opositores. O chavismo trouxe perseguição a gays!
O chavismo trouxe tudo isso, porque o socialismo e o comunismo são exatamente isso. E é exatamente isso que o PT defende e apoia com entusiasmo: a ditadura socialista comunista venezuelana, pois ela expressa a natureza do regime político e social com que todo comunista, e por extensão todo petista, sempre defendeu. O comunismo na sua versão bolivariana trouxe para o povo venezuelano hoje exatamente aquilo que o PT já está trazendo e irá trazer para o Brasil amanhã, caso esse partido corrupto comunista e bolivariano permaneça no poder em nosso país. É preciso tirar os petistas do poder hoje para que amanhã o nosso país não se torne outra ditadura venezuelana em escala continental.
A natureza comunista do petismo tem que ser bem compreendida
O projeto de poder do petismo está liquidado, como estamos falando há algumas semanas. Mas isso não nos isenta da obrigação de compreender o que o petismo representou na história política do país: ele foi apenas mais uma, e não será a última, tentativa da esquerda marxista revolucionária de tentar impor em um país o seu regime de ditadura socialista-comunista por meio de dissimulação, mentira, fraude eleitoral, aparelhamento do estado, estímulo a divisões e conflitos sociais e étnicos no país, traição dos interesses nacionais, manipulação dos mais pobres e miseráveis e desinformados, e uso generalizado da corrupção como método preferencial de se fazer política.
Esse é e sempre foi o padrão de conduta da esquerda comunista e socialista no mundo todo, e seria ingênuo esperar que o petismo e suas linhas auxiliares e seus aliados ideológicos, no nosso caso aqui os tucanos, fossem agir de forma distinta em nosso país. A despeito de ter sido derrotado, é importante entender qual foi a natureza do petismo e seu partido, para que se possa perceber as estratégias usadas por socialistas e comunistas para chegarem ao poder. Estratégias estas que não se furtarão em usar novamente se as condições políticas assim o permitirem.
Não podemos ser ingênuos: a derrota do petismo representa a derrota desse projeto específico da esquerda, mas não significa de modo algum que a esquerda socialista e comunista deixará de procurar outras formas de novamente chegar ao poder por meio da dissimulação e da ocultação de suas reais intenções. O partido de Marina Silva, a Rede, surgiu justamente com esse proposito: ser a nova cara da esquerda brasileira que irá tentar oferecer ao país as velhas falácias enganosas com que o falecido petismo enganou milhões de brasileiros por vários anos.
Em meados de março nós escrevemos o artigo abaixo, onde discorremos de maneira breve e bem resumida sobre a natureza comunista do petismo e do chamado bolivarianismo, o nome dado à estratégia comunista socialista no continente latino-americano. Estratégia para a qual o PT teve um papel central, secundado apenas pelo regime de ditadura comunista cubana, regime esse que foi a verdadeira gestora e chocadora do ovo da serpente do socialismo bolivarianista, que só trouxe miséria e pobreza e ditadura para os países onde foi implantado. Convidamos os leitores e as leitoras a revisitar esse artigo.
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Os artigos foram originalmente publicados no site Crítica Nacional

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