quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O monstro respirando

Faltando apenas 7 dias para que o partido político mais vagabundo, mais corrupto e assassino de toda história brasileira deixe o governo, começam as tentativas desesperadas de atacar tudo e todos que estiverem em seu caminho. A tática é sempre a mesma. Durante toda sua história, os bandidos petistas fizeram questão de se manter como os paladinos da moral. De seus adversários dizem tudo; deles, nada pode ser dito. Pensam, esses marginais, ter a prerrogativa do uso de termos chulos, das ofensas e palavrões com que se dirigirem aos opositores, fazendo da destruição de reputações sua arma diária.

No último debate do SBT, quando a presidente alegou estar se sentindo mal e “com queda de pressão”, fiz um post no grupo fechado do Facebook que eu mesmo criei. Não escrevi como médico, como representante de nenhum sindicato da categoria ou porta-voz dos colegas do Brasil. Não pedi “licença” alguma ao Conselho Federal de Medicina e não existe previsão no Código de Ética Médica para me punir pelo que escrevi alegando que vim a público “macular” a imagem da profissão que já teve como Ministro da Saúde um médico petista acusado de fraudar diploma de especialista em infectologia.

Fiz algo muito pior e, na opinião dos vagabundos petistas, muito mais grave. Escrevi como cidadão e como eleitor. De nada me arrependo e nada vou retirar mesmo recebendo ameças de morte desses marginais pelo telefone celular. As devidas providências já foram tomadas junto à Polícia Federal. Enfurecido, o partido mensaleiro questiona se “sou médico ou se sou monstro”. Respondo que, para eles, sou “monstro” com muito orgulho. Deus me livre de ser considerado médico por gente que o próprio Ministro Celso de Melo já definiu como “marginais do poder”.

Depois do que escrevi, militantes virtuais a soldo do partido mensaleiro invadiram o grupo fechado que coordeno e copiaram o post que fiz. Aproveitaram-se, a partir disso, para vincular o fato à perseguição política movida contra mim em Porto Alegre pela direção do Grupo Hospitalar Conceição. Venderam suas manchetes com o título “Médico que ofendeu a presidente Dilma já está afastado do trabalho por agressão à colega”

Em 22 de setembro fui suspenso das minhas funções como médico da UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição sob acusação de ter “ameaçado e agredido fisicamente” uma médica que, de fato, fez queixa contra mim na “Delegacia da Mulher”, aqui em Porto Alegre. É de conhecimento geral que, tanto o Ministério Público quanto o juiz responsável pela vara de Violência Doméstica, não deram seguimento algum a denúncia dela e que, até agora, absolutamente nada foi provado em juízo pela mesma nem pela direção petista do GHC que tem seus dias contados para perder o cargo. A despeito disso, segue correndo contra o mim o processo administrativo que tem como objetivo me exonerar.

Nada disso foi investigado. Nada foi mencionado nas reportagens imundas do Portal Vermelho, Brasil 247, Pragmatismo Político e outros sites que estão se lixando para minha reputação (na verdade para reputação de qualquer um) ou dignidade pessoal. No Facebook, recebo mensagens de que “médicos não deveriam escrever palavrões”, que não “posso descer ao nível dos petistas” e outras besteiras politicamente corretas que só servem para manter como prerrogativa desses bandidos o uso da força e da intimidação por escrito.

Tudo isso que descrevi acima nada mais é do que o profundo desespero da organização criminosa que controla o Brasil desde 2003 e que, no próximo domingo, vai ser varrida do poder numa derrota sem precedentes em sua história. O PT, meus amigos, está na UTI. Seu diagnóstico é de “falência de múltiplos órgãos”. Dia 26 de outubro, 140 milhões de brasileiros vão “desligar os aparelhos” que ainda mantém o verdadeiro monstro respirando.


Milton Simon Pires
é médico.

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