quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Com gayzistas não importa O QUÊ ou COMO!

Escrito por Francis Lauer

Não importa O QUÊ ou COMO é dito! Se o que for dito contradizer - por mínimo que seja - aquilo que militância gayzista impõe às pessoas normais (i.e. pessoas não alinhadas ao gayzismo, sejam elas heterosexuais ou homossexuais), você será chamado de "homofóbico (sic)" e será acossado e assediado de todas as formas possíveis e imagináveis por um grupo da extrema-esquerda mais fascista. A verdade é essa. (O Clodovil Hernandes experimentou isso: http://youtu.be/U2SvVzsu-zI)

Repito. Na minha opinião, o Levy Fidelix desperdiçou uma oportunidade interessante de destruir a apologista do genocídio e gayzista Luciana Genro e - de certa forma - prejudicou o grupo que ele representa. Prejudicou de que forma? Reforçando NOS gayzistas os preconceitos dos quais eles JÁ SÃO eivados. Ou seja, o Levy reforçou algo que JÁ É muito agudo. Isto com certeza não é um prejuízo grave. O movimento gayzista é minúsculo e não conta com o apoio nem mesmo da maioria dos homossexuais. É possível especular que no mínimo 60% dos homossexuais não participam ou não concordam com o movimento gayzista (e é exatamente por isso que foi cunhado e é utilizado o termo "gayzista", para diferenciar o militante da causa gay do homossexual não militante). Ou seja, o grupo "ofendido" pelo Levy é muito pequeno, minúsculo. Aliás, é necessário dizer que o grosso desse movimento nem mesmo é composto por homossexuais DE FATO, mas por uma caterva de simpatizantes ou jovens universitários que são sustentados por um governo pró-gayzista e que fazem militância enquanto deveriam estar ESTUDANDO. Falando o português claro: uma militância engrossada por JOVENS CORRUPTOS que desviam a verba destinada para a sua educação para fins de proselitismo ideológico e militância partidária. Em resumo: é este grupelho insignificante, mas muito ruidoso, que histericamente se sentiu "ofendido" pela fala do Levy Fidelix.
Teriam se sentido ofendidos de qualquer maneira. A única maneira possível de não despertar um surto psicótico e o ódio desvairado de um gayzista (homossexual ou não) é CONCORDANDO 120% com o que ele diz. Quem não sabe?
Existe algum benefício na fala do Levy? Sim.
O primeiro deles que me vem à mente é que dentre os brasileiros que acompanhavam o debate MUITOS gostaram do que ele falou. É necessário lembrar que o país vive uma situação de CENSURA imposta pelos partidos de esquerda e extrema-esquerda na forma do discurso POLITICAMENTE CORRETO que AMARRA a língua do adversário que fica coagido a não chamar o bandido de bandido, o mentiroso de mentiroso, e a psicopata apologista do genocídio de psicopata apologista do genocídio. Portanto, houve no debate uma situação curiosa e que deve ser REPETIDA na qual um dos candidatos OUSOU romper com um discurso higiênico e inócuo e que foi imposto pela esquerda no seu esforço de perverter a linguagem e dominar as pessoas. (O próprio prof. Olavo de Carvalho foi um dos iniciadores dessa insurgência linguística. É dele a frase "dar o c# não é sacrossanto", entre outras mais cabulosas porém rigorosamente verdadeiras. É dele também a análise mais bem feita - e sem nenhum palavrão - sobre o assunto.) Este é um dos pontos positivos da fala do Levy Fidelix.
Outro ensejo benéfico é despertar - pela "enésima" vez - a fúria, o ódio, a sanha desvairada e violentíssima desse grupo fascista acolhido e financiado pela esquerda e extrema-esquerda. Pela "enésima" vez alguém está sendo acusado injustamente de "HOMOFÓBICO (sic)". Isso é muito bom e deve ser explorado. Aos poucos a principal pedra de arremesso do movimento gayzista está sendo saturada e desgastada pelo uso contínuo, injustificado e imprudente. Em nome do "combate à homofobia", acusações falsas são feitas, mentiras cabeludas são contadas para o povo, pessoas inocentes e que não odeiam homossexuais são constrangindas e demitidas de seus empregos (ou sofrem 'bullying' nas universidades); em nome do "combate à homofobia", Igrejas, templos, objetos sacros são profanados e vilipendiados, religiosos são agredidos e humilhados (inclusive seus familiares, como foi o caso das filhas do Pr. Marco Feliciano) e pessoas religiosas chegam a receber cusparadas na cara. O movimento gayzista, em nome do "combate à homofobia", enfia até mesmo crucifixos, rosários e imagens sacras no c#. E a cada vez que isto acontece mais e mais torna-se patente para a POPULAÇÃO o fascismo, a violência, a insanidade e a periculosidade dos militantes gayzistas que não representam sequer 3% da população.
Outro ponto positivo da fala do Levy Fidelix é resssaltar algo sumamente óbvio e que já foi repetido neste texto: "nós somos maioria, eles são minoria". Isto é algo ululantemente verdadeiro, porém, seja pela mordaça do politicamente correto, seja pela ausência de vozes públicas esclarecidas, seja pela censura promovida pelos jornalistas encastelados nas televisões e jornais, acaba sendo esquecido e sofrendo até mesmo uma inversão; a maioria imagina ser minoria, e a minoria vigarista comporta-se como se maioria fosse e tenta aurir o máximo de proveito político e financeiro disso. É necessário ressaltar, SIM, que heterossexuais formam o conjunto majoritário da população de um país que pretende ser democrático. É necessário ressaltar que NADA será permitido por essa maioria se isso for exigido com ameaças, acusações c#nalhas e gritaria.
O movimento gayzista desgastou-se muito nos últimos anos por suas próprias más ações. Já há nessas eleições um perceptível "desinvestimento" das esquerdas neste grupo. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a presença de candidatos declaradamente gayzistas é ínfima comparada à presença desse tipo de candidato em anos anteriores. Trata-se de um movimento em decadência do qual não se deve ter "dedos" ou "medinhos" ao fazer o confronto inevitável.
Uma das mais notórias gayzistas do país, a dona Maria do Calvário é, também, a defensora de uma das pautas mais impopulares, violentas e prejudiciais ao povo brasileiro: a defesa de bandidos sanguinários assassinos, estupradores, ladrões, narcotraficantes que exterminaram nos últimos 11 anos de governo comunista do PT, no mínimo, 600.000 pessoas (mais de meio MILHÃO de brasileiros assassinados). Já a dona Luciana Genro (cujo 'papi' é petralha) é uma notória apologista do genocídio de mulheres, crianças, idosos, inválidos, aleijados e homens e é uma das promotoras da única cultura do estupro que existe no ocidente, a saber: a 'cultura' do comunismo. Luiz Mott, líder gayzista da Bahia, é conhecido pela defesa camuflada à pedofilia. Jean Wyllys é o sujeito que montou com recursos públicos "seminário lgbt infantil" onde a sua convidada defendia que crianças devem ter, sim, experiências eróticas e sensuais. E onde o já mencionado Luiz Mott destilou ódio contra os "pastores d#sgraçados, homofóbicos, enrustidos, etc e tal".
Ou seja, a liderança do grupo são os piores tipos possíveis e se alguém se permite ser liderado por esses malucos, boa pessoa, definitivamente, não é. Digo isso para afirmar que o ódio e o piti dessas pessoas é o melhor que elas podem nos dar.

Francis Lauer é tradutor.
Enviar comentários para   flauer@zoho.com.

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