domingo, 21 de agosto de 2011

Bahia do Oeste: o novo Estado brasileiro.

As transformações político-geográficas do Brasil vem modificando o mapa brasileiro desde sua ocupação pelos portugueses até os dias de hoje. Ora, não reflete nada menos que o desenvolvimento do país e fortalece as bases da União do Estado Brasileiro. A Bahia, um dos cinco maiores Estados do Brasil, em extensão territorial, juntamente com os Estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso, Maranhão e Piauí podem ser divididos em alguns anos e o Brasil ganhará novos Estados.
Veja como era o mapa brasileiro em 1922:


Agora observe como poderá ficar em alguns anos:
O movimento pela criação do Estado de São Francisco, ou como alguns preferem chamar, Estado da Bahia do Oeste, já teve a proposição de Decreto Legislativo de autoria do deputado pernambucano Gonzaga Patriota (PSB) que pedia a realização de plebiscito para a criação do citado Estado. O deputado baiano, Oziel de Oliveira (PDT-BA) é um dos principais lutadores pela criação desse novo estado na Câmara Legislativa.
A administração de um Estado, com a extensão territorial da Bahia não é algo tão simples e é de conhecimento público que o Governo do Estado da Bahia vem sendo por demais relapso com os problemas do interior. O baiano do interior mais afastado da capital sofre muito com a ausência dos serviços públicos, com a burocracia, com as longas distâncias e a falta de estradas em boas condições de tráfego, com a falta de desenvolvimento econômico entre outros tantos problemas. A presença do Estado no cumprimento do seu dever com os cidadãos do interior da Bahia é algo que deixa a desejar. Assim, não é espanto que em um plebiscito o povo do oeste baiano decida por desmembrar.
Vale ressaltar que o oeste baiano é uma região altamente produtiva decorrente do rio São Francisco, o que significa dizer que a Bahia tem muito a perder com esse desmembramento. Ressalte-se ainda que há uma grande concentração de imigrantes de diversos outros estados brasileiros montando mega empreendimentos no oeste baiano o que torna a região rica e menos baiana. O poder econômico desses imigrantes faz com que la se instale uma verdadeira manobra de opinião pública buscando consolidar a ideia de que ser um estado independente é melhor para a região. Pode até ser, mas a Bahia só tem a perder. Culpa da omissão, da falta de objetividade administrativa dos Governos que passaram e do que ai esta.

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