sexta-feira, 31 de outubro de 2014

PSDB pede investigação sobre crimes contra a segurança nacional e contra a ordem política e social

Baderna vermelha – O PSDB protocolou na tarde desta sexta-feira (31) duas representações relativas à prisão da suposta babá do filho do ministro das Relações Exteriores e vice-presidente do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela, Elías Jaua Milano, como noticiou o ucho.info na edição de 29 de outubro.
O líder do partido, Antonio Imbassahy (BA), solicitou ao ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, e à procuradora-chefe da Procuradoria da República em São Paulo (onde ocorreu a prisão) a adoção das medidas necessárias para investigar a possível prática de crimes contra a segurança nacional e contra a ordem política e social. No início da próxima semana também será enviado à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) requerimento de informações questionando sobre dados que o órgão dispõe sobre a situação – que porventura tenham sido colhidos tanto previamente quanto após a prisão da venezuelana.
No último dia 24 de outubro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, um revólver calibre 38 (municiado) foi encontrado com Jeanette Del Carmen Anza, detida por tráfico internacional de armas. Também foram encontrados diversos documentos de doutrinação política e ideológica. Em depoimento, Jeanette declarou que todo o material era de propriedade do ministro venezuelano, que já se encontrava no Brasil.
Quatro dias após a ocorrência, no dia 28, o site do Ministério do Poder Popular para as Comunas e Movimentos Sociais da Venezuela noticiou que Jaua fechou “uma série de acordos nas áreas de formação e desenvolvimento da produtividade comunal entre o Governo Bolivariano e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil – MST, em Guararema, estado de São Paulo”.
Além disso, o governo venezuelano noticiou que o “Ministro para as Comunas e os Movimentos Sociais indicou que os convênios têm como objetivo incrementar a capacidade de intercâmbio de experiências de formação ‘para fortalecer o que é fundamental em uma revolução socialista, que é a formação, a consciência e a organização do povo para defender o que logrou e seguir avançando na construção de uma sociedade socialista’”.
“Diante do teor do que foi veiculado na página do Ministério, resta inequívoco que Elias Jaua ocupou parte de sua estada no Brasil para doutrinar, política e ideologicamente, membros do MST, com a reconhecida finalidade de fomentar a realização de uma revolução socialista no Brasil, nos moldes da que foi promovida por Hugo Chávez e seus seguidores na Venezuela”, explica Imbassahy nas representações.
Imbassahy lembra ainda recente entrevista do líder nacional do MST, João Pedro Stédile, concedida ao blog de Rodrigo Viana, da Revista Fórum. Na publicação, Stédile afirmou categoricamente: “Ganhe quem ganhe, continuará tudo igual. Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra”.
“Ao que tudo indica o MST já estava sendo preparado para a tal guerra que Stédile prometeu. A prisão da suposta babá do ministro venezuelano com uma arma e documentos para doutrinação ideológica e política são fortes indicativos de que a ação estava em curso, mas uma inspeção de rotina no aeroporto trouxe o caso à tona. As autoridades brasileiras têm o dever de investigar o que pode estar por trás desses acontecimentos, que estão intimamente interligados”, concluiu Imbassahy.

ENTENDA MELHOR O CASO LENDO AS MATÉRIAS ANTERIORES:

1. A PRISÃO -Emissária venezuelana trazia documentos para embasar "reforma política" que será feita por Dilma no próximo mandato


2. A MISSÃO -MST e Venezuela assinam acordos para fortalecimento do socialismo bolivariano no Brasil

MST e Venezuela assinam acordos para fortalecimento do socialismo bolivariano no Brasil


 Babá do filho do ministro segue presa em Guarulhos por porte ilegal de arma. Trazia também manual explanando estratégias bolivarianas inspiradas no PCCh

Por EpochTimes


Elias Jauá Milano e membros do MST em Guararema, São Paulo (MP Comunas / Reprodução)
Elias Jauá Milano, vice-presidente e ministro do Poder Popular para Comunas e Movimentos Sociais da República Bolivariana da Venezuela, representando o governo do presidente Nicolás Maduro, assinou uma série de parcerias com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Os acordos visam a doutrinação e agitação bolivariana no Brasil a nível de comunidades locais para dar andamento à agenda comunista do Foro de São Paulo na América Latina.

Milano escolheu São Paulo e Paraná para realizar encontros com as lideranças do MST.  O ministro de Comunas e Movimentos Sociais disse que o objetivo da visita ao Brasil é aumentar a capacidade de compartilhamento de experiências de “formação” para, segundo ele, “fortalecer o que é essencial numa revolução socialista, que é formação, conscientização e organização do povo para defender o que foi alcançado e avançar na construção de uma sociedade socialista”.

Um comunicado publicado no site do Ministério do Poder Popular Para as Comunas e Movimentos Sociais do governo venezuelano explica: “No âmbito da visita ao Brasil do vice-presidente de Desenvolvimento de Socialismo Territorial, Elias Jauá Milano, foram assinados uma série de acordos na terça-feira (28), nas áreas de formação e desenvolvimento de produtividade comunitária entre o governo bolivariano e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Terra do Brasil (MST), em Guararema, estado de São Paulo”.

Recentemente, Elias Jauá Milano causou polêmica no Brasil quando a Justiça Federal decretou a prisão preventiva da venezuelana Jeanette Del Carmen Anza, babá de seu filho, presa pela Polícia Federal na madrugada de sexta feira (24), ao desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, na Grande São Paulo.

Numa maleta preta do ministro, a babá levava um revólver Smith & Wesson calibre 38 municiado e um detalhado manual que trata da “derrota permanente do inimigo” e cartilhas mencionando estratégias do Partido Comunista Chinês; uma delas ensina como “marcar e neutralizar o inimigo” e “como enfrentar crises e conflitos reais”.

Para justificar a arma, Milano afirmou na ocasião que a babá na verdade seria sua segurança, e carregava a arma para proteção dele e sua família. O ministro venezuelano assinou um termo perante um juiz e obteve a liberação da arma. A babá, entretanto, continua presa.

 Fonte: Epoch Times

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

ALÔ, TSE! QUE DIABO DE ELEIÇÃO FOI ESSA?

por Percival Puggina.*
Escreverei sobre fato novo, valendo-me de notícias velhas. Não faz um ano, nem dois, nem três, que os meios de comunicação e as redes sociais vêm divulgando análises técnicas independentes, estudos elaborados em universidades, opiniões de juristas, alarmantes experiências feitas por hackers e insistentes alertas de que o sistema de votação utilizado no Brasil é vulnerável e de que a transmissão de dados via internet também não proporciona segurança. É insistentemente dito que essas deficiências fazem com que o sistema usado em nosso país seja refugado por muitos outros. Salta aos olhos mais desatentos que um sistema de votação que não permite recontagem tem um gravíssimo e imperdoável pecado original.
Mais recentemente, após recusas em submeter o sistema a auditorias independentes, chegam às redes sociais notícias de urnas não zeradas no início da votação e de disparidade entre os resultados médios das seções com identificação digital e as seções com identificação documental em situações análogas. E por aí vai. É possível que o clima de desconfiança se nutra, também, de informações falsas. Mas as informações falsas só transitam graças à desconfiança propiciada, de um lado, pela inconfiabilidade do sistema e, de outro, pelas eloquentes insinuações de Dilma e de Lula sobre o que seriam capazes de fazer para vencer.
Não se trata de uma desprezível e deselegante inconformidade com a derrota. Eu não me prestaria para esse papel. Trata-se de algo grave, a cobrar posicionamento dos cidadãos que se sentem civicamente responsáveis. Instala-se, no país uma pesada suspeita sobre a higidez e a invulnerabilidade do sistema, conduzindo à incertezas sobre a legitimidade dos mandatos saídos das urnas dos dias 5 e 26 de outubro.
Sei que dar satisfação a torto e a direito sobre os porquês de suas escolhas e decisões, ou sanar inquietações cívicas, não são tarefas que se contem entre as atribuições jurisdicionais mais urgentes e relevantes do Tribunal Superior Eleitoral. Mas neste caso não é exatamente assim. O que milhões e milhões de brasileiros, nestes dias, estão expressando como podem nas redes sociais não se soluciona com um dar de ombros das autoridades. Não silencia ante a voz do trono. Não some por decreto. Não cabe em nenhuma gaveta. Não se enterra nos desvãos do tempo. Nas democracias (muitas delas proibiram o uso desse modelo), a confiabilidade do sistema eleitoral é tema de elevadíssimo interesse público, questão altamente sensível, sobre a qual não pode haver dúvidas. E, menos ainda, inúmeras, imensas e reiteradas dúvidas.
Muito já foi escrito sobre o quanto era politicamente impróprio confiar a presidência da Corte que conduziria este pleito a um ex-funcionário do partido governista. Agora, surpreende o silêncio do TSE sobre aquilo que mais se fala no país: as suspeitas sobre a eleição por ele presidida. Já surpreendia antes, quando os cidadãos se angustiavam e não passava dia sem que alguma informação circulasse, potencializando as incertezas. E surpreende ainda mais agora, quando denúncias e inconformidades surgem dos pontos mais variados do território nacional.
Para bem da democracia, da respeitabilidade das instituições e da legitimidade dos mandatos, que tudo seja auditado e investigado. E que estas sejam as últimas eleições feitas segundo esse método de votação e transmissão de dados. Afinal, ao longo dos anos, quase uma centena de países vieram conhecer o modelo brasileiro. Nenhum o adota.

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* Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Sucessão de fraudes

Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.

Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:

A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.

O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”. Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não somente jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como também advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado “Pátria Grande”, cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.

A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como “grande patriota... patriota da Pátria Grande”. Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembléias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?

Quando digo “reuniões secretas”, não é uma interpretação que faço. É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (v. um deles em http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm).

Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte: O PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.

Segunda série de fraudes:

Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros. Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da “grande mídia”, reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.

Terceira série de fraudes:

O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente. Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar. É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade. É mais impossível ainda que grossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e seqüestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranqüilamente discutem, nas assembléias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.

Quarta série de fraudes:

A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil. Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.

Quinta série de fraudes:

Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude. O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral. Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, “é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio”.

Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral?

Publicado no Diário do Comércio.

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*Olavo de Carvalho é filósofo, escritor e jornalista e atualmente escreve para o jornal Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo. É autor de vários livros, incluindo O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do MídiaSemMáscara, possui dois websites: www.olavodecarvalho.org e www.seminariodefilosofia.org.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Olavo na Rádio Vox: a fraude eleitoral e a formação necessária para se compreender a política

Olavo de Carvalho: "Falta [ao PT] aparelhar duas coisas: polícia e Forças Armadas. Ele só não partiram para um ditadura comunista total e explícita por não terem os meios materias para se fazer isso. Não hora em que tiverem, acabou. Vira Cuba mesmo. Eles estão indo muito moderadamente, muito lentamente, com muita prudência, por não ter o poder armado na mão. Mas é só o que falta."

E mais denúncias contra o PT.


Olavo de Carvalho com Lobão e Bene Barbosa: "o próximo passo é contestar a lisura dessas eleições"


Olavo: "Primeiro, denunciar essa eleição e pegar o 'seu' Toffoli.
Depois, partir para ao impeachment da Dilma, que só com o escândalo do porto (em Cuba), é líquido e certo. E terceiro: entrar com o pedido de fechamento do PT, e criminalização de todos os seus direitores, pois a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, determina que será fechado todo partido que se comprove subordinado a entidade estrangeira". (O Foro de São Paulo).







Sobre a ‎fraude‬ eleitoral feita pelo PT


Foram utilizadas 428.894 urnas eletrônicas para contabilizar os votos de 112 milhões de eleitores que compareceram. Cada urna recebeu, em média, 261 votos.

O relatório fraudulento apresentado pela autoridade máxima do processo eleitoral, Dias Toffoli (advogado do PT), diz que a Dilma recebeu 3.5 milhões de votos a mais do que o Aécio Neves. Ou seja, bastaria transferir metade dessa diferença "mais um" de um candidato apra o outro para mudar o resultado (1 milhão e 700 mil votos +1).

Isso pulverizado em 428.894 urnas significa a fraude de apenas 4 votos por urna (1.5% dos votos considerando-se a média de 261 votos por urna). Para fazer a fraude basta que 4 pessoas que não compareceram tenham seus votos computados pelo sistema (pessoas mortas, por exemplo), ou que 4 votos nulo/branco sejam computados para a Dilma. Ou uma combinação disso.

Outro ponto: 1 milhão e 700 mil votos equivale ao total de 6513 urnas, apenas 1.5% de todas as urnas em operação. Bastaria que 1.5% das urnas fossem totalmente fraudadas. 98.5% das urnas restantes ficariam absolutamente intactas.

Veja, não estou dizendo que "foi assim que aconteceu" (eu não acredito que a votação tenha sido apertada, acredito que o Aécio Neves venceu por larga vantagem, pois todos os BUs que vi diziam isso), o que estou dizendo é que fazer uma auditoria popular é procurar uma agulha no palheiro e o fraudador Dias Toffoli possui ampla vantagem tática para distribuir, esconder e alterar os votos onde bem entender. Ele pode até mesmo escolher "a dedo" quais urnas terão seus dados modificados. Só em SP-RJ-MG-RS existem 193.600 urnas disponíveis. Existem centenas de cidadezinhas perdidas pelo Brasil inteiro. Existem 30 milhões de eleitores que não compareceram, muitos dos quais por estarem mortos.

O principal a ser dito, porém, é o seguinte: o Dias Toffoli NÃO TEM como provar a idoneidade desse processo eleitoral. É impossível para ele dar prova cabal que definitivamente não houve NENHUM tipo de fraude.

*

O primeiro dia após a reeleição (fraudulenta) da Dilma inicia com a Petrobras perdendo, num único dia, 13% do seu valor de mercado e com o Dólar a R$ 2,54 (estava R$ 2,23 no início de setembro e R$ 1,67 no início de 2011).

O que isso significa? Significa que os ricos estão abandonando o país.

Entre outras coisas isso indica que a Dilma Rousseff terá dificuldades em implantar suas parcerias público-privadas nos projetos de infraestrutura e que a geração de empregos e atração de investimentos será dificultada. (Sabe aquele prefeito de cidade pequena que tenta atrair uma fábrica para a cidade? Pois é.) Se isso acontecer como é que ficam as pessoas que fizeram um Pronatec?

*
Os petistas infalivelmente terão um banho de água fria ao longo dos próximos meses/anos. É aquilo que a Dilma dizia nos debates: "A receita é a mesma, a cozinheira é a mesma, a cozinha é a mesma". O governo Dilma (que é ilegítimo) continuará acumulando maus resultados em consequência das políticas do primeiro e segundo governo Lula e, agora, do primeiro governo Dilma. Quem será prejudicado? É óbvio que a população mais pobre. A administração de um país baseada no comunismo ("socialismo") é SEMPRE aviltante aos mais pobres. As pessoas ricas e as pessoas mais ou menos remediadas podem simplesmente sair do país.
O governo americano DÁ greencard para estrangeiros que tenham US$1.000.000. Inúmeros países muito melhores, mais bonitos e mais pacíficos do que o Brasil fazem isso.

*
A ampla maioria dos brasileiros votou corretamente, contra o PT, ou seja, no Aécio Neves. Até mesmo nas regiões consideradas mais propensas às manipulações populistas. A questão não é como as pessoas votaram, mas COMO um advogado do PT posto pelo PT como autoridade máxima do processo eleitoral contabilizou os votos.

Quando se está diante uma ‪#‎fraude‬ eleitoral nمo hل sentido em fazer anلlises do comportamento do eleitor baseado numa informaçمo que é FALSA.

*
A nova democracia petista-forista começa assim: impedir que um grupo de trabalhadores (os empresários) financiem políticos que representem os seus interesses e os interesses de seus funcionários e clientes. Enquanto abstração é o tipo de idéia que parece boa, mas na prática significa a exclusão do processo político daqueles que geram empregos e produzem bens para a sociedade.

Não acredito que isso excluirá um oligopólio como a Friboi ou a Petrobras do processo político, mas certamente excluirá ou criará obstáculos aos "Silva & Silva" uma agro-empresa média composta por dois irmãos que plantam arroz, ou o "Souza e Filho" que possui uma mecânica de chapeamento e pintura, ou ainda o "Luz & Cia. Ltda" que possuem um mercadinho de bairro e que vivem de um modesto pró-labore.

Ou seja, a nova democracia petista-forista que diz querer aumentar a democracia faz, na verdade, o contrário.

Ao mesmo tempo há a defesa do financiamento público da campanha que nada mais é do que dar aos políticos no governo, segundo critérios desenvolvidos pelo próprio governo, o dinheiro tomado dos empresários através dos impostos extorsivos.

Os sujeitos são excluídos do processo democrático e, ato contínuo, são obrigados a arcar com o financiamento dos políticos que os excluíram do processo democrático.

É uma beleza!

Por essas e outras: ‪#‎ImpeachmentJÁ‬

Francis Lauer é tradutor.

Petição Pública exige recontagem de votos e auditoria da eleição para presidente 2014

Petição dirigida a: Senador Aécio Neves

Caro Senador:

Cerca de metade do eleitorado brasileiro está frustrado e escandalizado com o resultado duvidoso dessa eleição. E agora? O Senhor e o PSDB vão aceitar passivamente o resultado dessa eleição, quando há fortes indícios de que houve graves irregularidade? Os 50 milhões de eleitores que o apoiaram estão esperando alguma atitude sua e do PSDB. Fizemos a nossa parte, atuamos intensamente nas redes sociais, fomos as ruas, vestimos azul, nos expusemos, investimos nosso tempo e energia, gritamos, agitamos bandeiras e o apoiamos de todas as formas. Agora é preciso lutar na justiça e no congresso: exigir a recontagem dos votos e uma auditoria completa do processo eleitoral eletrônico. Acreditamos que, caso o TSE declare que a recontagem e a auditoria não são possíveis cabe impugnar a eleição e pedir sua anulação com convocação de novo pleito, que deverá ser realizado com um sistema mais transparente, mais confiável, que permita acompanhamento público em todas as etapas e que permita recontagem de votos e auditoria. Temos de mobilizar as instituições enquanto elas não estão totalmente aparelhadas. Logo poderá ser tarde demais! No seu discurso pós eleição o Senhor disse que já cumpriu sua missão. No entender de seus eleitores o Senhor ainda não a completou. O Senhor foi um grande lutador e o admiramos por isso. Mas, irá perder todo nosso respeito e admiração se deixar o trabalho pela metade. Se fosse para não ir até o fim nem deveria ter se candidatado e alimentado a esperança do povo brasileiro por um país melhor com governo decente e honrado. Nós eleitores estamos nos organizando de todas as formas e vamos continuar cobrando uma atitude. Não podemos ver avançar esse projeto bolivariano de poder totalitário, que conduzirá o Brasil à mesma situação em que se encontra a Venezuela, e ficarmos assistindo a tudo de braços cruzados. O Senhor nos prometeu, e prometeu para aquela eleitora indecisa olhando nos seus olhos "Vamos tirar o PT do governo". Queremos o cumprimento da promessa. Milhares, talvez milhões, de eleitores estão se mobilizando através das redes sociais, enviando petições, programando manifestações públicas e eventos. Nossa mobilização vai continuar. E contamos com o seu apoio. Sem uma liderança forte nossas reivindicações e manifestações cairão no vazio e serão facilmente reprimidas e dispersadas. Em vista do acima exposto viemos, respeitosamente, solicitar sua intervenção.

ESPERAMOS QUE O SENHOR ESTEJA DO NOSSO LADO E NOS LIDERANDO! O SENHOR TEM UM EXÉRCITO DE 50 MILHÕES DE SOLDADOS ESPERANDO POR SUAS ORDENS PARA UMA AÇÃO CÍVICA E PACÍFICA EM DEFESA DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS. POR FAVOR, NÃO NOS ABANDONE!


O objetivo dessa petição é reafirmar e consolidar o respeito e apoio ao candidato Aécio Neves à Presidência da República e ao mesmo tempo apelar a ele que não abandone a luta e o propósito de sua campanha e continue liderando seu eleitorado, que representa pelo menos 50% do povo brasileiro, na busca da meta de sua campanha que é a busca de uma salutar alternância no poder em prol do aperfeiçoamento e consolidação do regime democrático no Brasil, dando continuidade ao "bom combate" que iniciou e ainda não terminou, pois, em vista dos fatos ainda cabe recurso quanto ao resultado da eleição, o que é perfeitamente normal em um regime democrático pleno.
Tendo em vista as grandes divergências entre os diferentes institutos de pesquisa que apresentaram previsões do resultado das urnas; tendo em vista que houve um grande número de irregularidades no funcionamento das urnas (com necessidade de substituição de muitas); tendo em vista as inúmeras notícias de irregularidades nas urnas eletrônicas que tem sido divulgadas pelos próprios eleitores; tendo em vista que desde antes das eleições pairam sérias dúvidas sobre a confiabilidade dos software das urnas eletrônicas e seu fabricante; tendo em vista que faltou transparência no processo de consolidação da apuração dos votos; tendo em vista que houve sérias denúncias recentes de corrupção ainda não devidamente esclarecidas no atual governo e tendo em vista de que a diferença entre os dois candidatos foi muito pequena, sugerimos ao candidato Aécio Neves e a seu partido que exijam - para garantia de plena confiabilidade no resultado proclamado da eleição presidencial de 2014, a qual é de interesse de todos - a realização uma completa e profunda auditoria na apuração dos votos, se necessário solicitando-se ajuda de organismos internacionais. Sem essa auditoria o povo brasileiro não poderá aceitar o resultado com a necessária tranquilidade. É do interesse de toda a nação que o resultado seja o mais transparente e fidedigno possível.
Ao assinar essa petição a mensagem apresentada a cima será enviada ao Senador Aécio Neves para sua consideração.

============= HÁ INÚMERAS PROVAS DAS FRAUDES ELEITORAIS, ALGUMAS:








 =============== HÁ AINDA INÚMERAS OUTRAS DENÚNCIAS QUE ESTÃO SENDO APURADAS. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Emissária venezuelana trazia documentos para embasar "reforma política" que será feita por Dilma no próximo mandato



A Polícia Federal apreendeu com Jeanette Del Carmen Anza – babá do filho do ministro chavista Elias Jauá Milano (Relações Exteriores da Venezuela) uma extensa agenda política que fala da “derrota permanente do inimigo” e cartilhas intituladas “Ley Organica das Comunas” e “Ley Organica del Poder Popular”. Um folheto encontrado com Jeanette Anza ensina como “marcar e neutralizar o inimigo” e “como enfrentar crises e conflitos reais”.

A babá foi presa em flagrante na madrugada de sexta feira, 24, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos/Cumbica. Na maleta preta que Jeanette Anza carregava havia um revólver calibre 38, Smith & wesson, com cinco munições. Ela disse que a maleta e a arma pertencem a Jauá.

Jeanette Anza afirmou à PF que o ministro, que já estava em São Paulo, pediu a ela que trouxesse a maleta. Segundo ela, Jauá orientou-a a tirar o revólver da maleta. A babá declarou à PF que “não encontrou a arma”.

Jeanette Anza chegou em São Paulo acompanhada da sogra de Jauá. A mulher do ministro está internada no Hospital Sírio Libanês.
Na maleta, além do revólver, a PF apreendeu documentos de orientação política como um caderno intitulado “Plano de Agenda política do governo revolucionário, o que fazer, quando, onde e como”.

Em outro panfleto, exaltação ao “pensamento Bolívar-Chavez, modelo histórico”, e um capítulo denominado “tarefa pontual: base de missões, novo modelo”.

Em outro documento, dois capítulos dedicados ao “socialismo e capitalismo, a batalha dos modelos” e “objetivos históricos do plano da Pátria”.

Um documento prega “cinco revoluções: econômica, conhecimento, missões socialistas, soberania política e socialismo territorial”.
Com a babá havia também um caderno com citação ao chefe do Comitê Central do Partido Comunista Chinês (1982/1987), Deng Xiaoping – morto em 1997. “Revolução e política de quadros, Deng Xiaoping.”

Um outro caderno trata das eleições legislativas de 2015 na Venezuela, “documento estratégico, estratégia ganhadora”.

Confira o interrogatório de Jeanette Anza:

Doc 1 baba-oj

Confira a cartilha apreendida com a babá:
CARTILHA MIN 1 CARTILHA MIN 2 CARTILHA MIN 3 CARTILHA MIN 4 CARTILHA MIN 5 CARTILHA MIN 6 CARTILHA MIN 7

FRAUDE: INÚMEROS INDÍCIOS DE FRAUDE NAS ELEIÇÕES SÃO IGNORADOS NO BRASIL

Mesmo a biometria não foi capaz de impedir que os supostos erros dos mesários fossem cometidos.


dilma 524x338 Pipocam no país relatos de eleitores que não votaram pois já tinham votado por eles

Neste último domingo, quando a presidente Dilma Rousseff foi reeleita para o cargo que ocupa na disputa mais apertada da história, chamou a atenção o número de pessoas relatando que, ao chegarem às seções, descobriam que alguém já havia votado em seu lugar.
Um dos casos foi o de Claudia Souza, jornalista de São Paulo que fez um vídeo para denunciar a situação. Segundo ela, ao inserirem o número de seu título de eleitor, o sistema acusou que a votação já havia sido realizada, mas o papel de confirmação ainda estava no caderno sem sua assinatura ao lado. No vídeo, há todo o processo, desde o momento da votação até a tentativa de resolver o problema.
“Eu vou no cartório eleitoral pra resolver isso, só que já tem um candidato que foi eleito com um voto que não foi meu, assim como deve ter acontecido no Brasil, em vários lugares, erros de urna e que muitas vezes a pessoa desavisada assinou esse rebicinho aqui que tá esse protocolo que comprova que você votou. Então é isso que eu quero saber: essa eleição é válida ou não?”
O advogado Felipe Delmanto, também de São Paulo e eleitor de Aécio Neves, passou pelo mesmo problema. O comprovante havia sido destacado, mas a sua assinatura não constava no caderno. Delmanto recorreu à Polícia Militar para saber o que havia acontecido.
“Quero saber quem votou no meu lugar e para quem foi meu voto”, reclamou o advogado, que estava acompanhado da esposa, Marcela. “Nem o TRE sabe dizer o que aconteceu.”
Em Santos, ocorreu a mesma coisa com o autônomo André Luiz Cabral, que fez um boletim de ocorrência sobre o caso. Ele afirmou que, para resolver a questão, a mesária acabou registrando a sua votação com o número de outra pessoa.
“Ela tentou por meio de um novo número, que ela não quis me dizer, mas eu vi que foi o número de uma outra pessoa. Ela falou que ia dar no mesmo no final. Isso está errado. Que país é esse que você chega para votar e alguém já votou e a pessoa alguém diz que no final vai dar a mesma coisa? Eu estou indignado”, falou Cabral.
Até mesmo o ator David Brazil enfrentou o problema. Após tentar votar — sem sucesso –, ele fez uma postagem no Instagram dizendo-se chateado.
“Então é isso!!! Por ERRO DE ALGUÉM não consegui EXERCER MEU DIREITO DE CIDADÃO!!! Alguém votou no meu lugar, #xateado”.
Em São Bernardo do Campo, José Roberto dos Santos afirmou que, além de votarem em seu lugar, assinaram o livro com uma firma totalmente diferente da sua. Segundo o TRE, esse problema pode ocorrer quando há pessoas homônimas na mesma seção ou por equívoco do mesário.
Em Paulínia/SP, a vítima do suposto erro se chama Adriano Farrah Ferraz Aranha. Maria José da Silva, Isabel Cristina Conceição dos Santos, Catia Lima EIbson Freire, todos no Rio de Janeiro, passaram pelo mesmo problema.
Os erros não se restringiram somente à região sudeste. Em João Pessoa, o estudante Alberto Segundo, de 20 anos, deparou-se com a mesma situação. Para resolver a questão, Segundo foi encaminhado a um juiz do Fórum Eleitoral.
“Quando cheguei, ele já estava a par da situação e disse que infelizmente eu não poderia votar, porque alguém havia feito isso em meu nome. Depois pediu que eu voltasse na terça-feira para prestar um depoimento e abrir um processo”, relatou, acrescentando que se sentiu prejudicado por não poder exercer seu dever de cidadão.
Em Arapiraca (AL), ocorreu o caso mais grave, visto que nem mesmo o uso da biometria impediu a ocorrência do suposto erro. O candidato ao senado Elias Barros, do PTC não conseguiu exercer seu direito após descobrirem que seu voto também já havia sido registrado.
“Não consegui votar. Eu enquanto candidato e como cidadão me senti invadido. Esse com certeza é um registro incontestável de fraude. Na hora de votar descobri que votaram em meu lugar”, afirmou indignado o candidato.
Com o relato de tantos casos semelhantes, o mínimo seria esperar do TSE algum pronunciamento a respeito do problema o mais rapidamente possível. Mas, como o Tribuno Superior Eleitoral vem sendo tomado por ex-advogados das campanhas do PT, o mais sensato é cobrar dos opositores derrotados que não deixem tantas denúncias passarem em branco.

NO CERNE DO DISCURSO ESTÁ A GRANDE AMEAÇA

 Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva

A Reforma Política anunciada no discurso, na verdade, é a transformação do Brasil numa República Socialista. Esta é a verdade, embora esteja camuflada. Não que essa reforma não seja necessária, mas com a oposição e os políticos que temos e com o PT seguindo a orientação do Foro de São Paulo, ela se torna a grande ameaça.
ESSA FOI A MENSAGEM DE MAIOR RELEVÂNCIA DO DISCURSO. ATENÇÃO!!!!!! É esta a prioridade do novo governo.
A reforma vai ser conduzida, como falou a Presidente, com a participação da sociedade civil. Sociedade civil não existe como um corpo único, nem pode ter poder como uma instituição numa democracia. Na realidade, ela é dividida em setores com interesses específicos e distintos como, por exemplo: movimentos sociais, sindicatos, coalizões, associações profissionais e religiosas, ONGs e outras. O PT vai aparelhar os segmentos que serão consultados e vão impor as reformas que quiserem, e como quiserem, sepultando a liberdade e a democracia. O Decreto 8.243/2014 (que cria os Conselhos Populares ou "Sovietes"), iniciativa já preconizada no Programa Nacional de Direitos Humanos 3, vai respaldar a reforma nos moldes pretendidos pelo PT e segundo a orientação do Foro de São Paulo.
Vamos parar de dizer que o Brasil vai virar uma República Bolivarianista, pois é mascarar a realidade do que propõe o Foro de São Paulo - REPÚBLICA SOCIALISTA. VAMOS MOSTRAR ISSO AO PAÍS!!!!!!!!!!
O PSDB, cuja linha paulista exceto o Alkimim é socialista fabianista (não revolucionária, mas igualmente socialista), jamais entraria uma campanha para mostrar a ideologia socialista do PT (modelo revolucionário gramcista - Foro de São Paulo). Os demais Partidos não vão atacar a face ideológica socialista do PT, pois seriam massacrados mentirosamente como "direita reacionária". A população não entende o que se passa, grande parte dos formadores de opinião estão cooptados e não seria politicamente correto criticar o socialismo. Hoje, a maioria é escrava do politicamente correto, preferindo se calar para não ser criticada e segregada. Ou seja, o medo de ser franco tornou a maioria não politicamente correta, mas, de fato, moralmente covarde.
Depende agora de como vai reagir o Congresso e a Mídia, pois nós como povo somos alienados ou, talvez, omissos. Já eles, basta ver em Brasília. Aécio ganhou com mais do que o dobro dos votos aqui. Mas quem saia às ruas nos últimos dias pensava que a Dilma iria dar um banho, tal a presença da militância.

A miséria espalhada no breu

por Felipe Moura Brasil

O escritor não é um isolado.
Aprendi com Lavelle: “Não se deve levar uma vida à parte. Ela mais cega que esclarece.” Com Sertillanges: “Se a solidão vivifica, o isolamento paralisa e esteriliza.” Com Victor Hugo: “À força de ser alma, cessa-se de ser homem.” Com Schopenhauer: “Mas é este o caso de muitos eruditos: leram até ficarem burros.” Com Goethe: “O talento se aprimora na solidão, o caráter na agitação do mundo.” Com Montaigne: “Os próprios jogos e o exercício serão uma boa parte do estudo: a corrida, a luta, a música, a dança, a caça, o manejo dos cavalos e das armas.”
Aprendi também que, se eu disser essas coisas a um brasileiro, ele responderá: “Não falei? Você também precisa sair, se divertir, curtir a vida!”, sem jamais atinar que, por sua vez, ele precisa buscar conhecimento, aprimorar talentos, vivificar-se. Bernard Lonergan escreveu em seu “Insight”: “Há, de fato, bem lá no fundo de todos nós um impulso para conhecer, compreender, ver o porquê, descobrir a razão, encontrar a causa, explicar, que desponta quando o ruído dos outros apetites se aquieta.” Mas, no Brasil, o ruído dos outros apetites não se aquieta jamais.
“Sexo, sexo, sexo. Na nossa história não existe mais nada. O Brasil será sempre e só isso: o lugar onde o homem é livre para se comportar como ‘um bode em um cercado cheio de cabras, sem ideais, sem preocupações estéticas, políticas, intelectuais e artísticas’”, escreveu Diogo Mainardi, citando um trecho do “Retrato do Brasil”, de Paulo Prado, ensaio fundamental sobre a tristeza brasileira. Um bode “proletarium”, completo eu, na acepção romana – distinta de “pobre” ou “trabalhador” – de que fala Russell Kirk: um homem que não contribui à comunidade política com nada, a não ser com a própria prole e “vive, tal como os cães, dia após dia, sem refletir”.
Schopenhauer, inclusive, julgava a ignorância degradante somente quando associada à riqueza, aliviando a barra dos pobres, cujos trabalhos ocupavam o pensamento: “os ricos que são ignorantes vivem apenas em função de seus prazeres e se assemelham ao gado, como se pode verificar diariamente”: “devem ser repreendidos por não usarem sua riqueza e ócio para aquilo que lhes conferiria o maior valor”. Hoje nem é preciso sair do isolamento para constatar a vida de gado da elite brasileira, seja jovem ou adulta. Basta dar uma olhadinha no Instagram.
Não quero, com isso, dizer que o cidadão comum precisa se tornar um intelectual e vice-versa. Como define Lavelle: “Não se há de esquecer que os homens não têm a mesma vocação, que uns têm por missão aumentar esta luz interior que esclarece a consciência de toda a humanidade, e os outros utilizar e multiplicar os recursos do universo material em proveito da vida do corpo. Mas nem uns nem os outros estão dispensados de se prestar serviços mútuos.” Se os escritores se isolam da realidade da vida, a luz que esclarece logo se apaga. Se o cidadão comum se entorpece com a diversão obsessiva, os recursos materiais escasseiam e inflacionam.
Enquanto houver uma incomunicabilidade entre uns e outros, que os impeça de se prestarem serviços mútuos, a busca do sentido e da realização pessoal será sempre derrotada pela do sexo e do dinheiro, e o Brasil será sempre e só isso: uma porta aberta ao comunismo.

Isto é: à miséria espalhada no breu.

Ações do Brasil já caíram 100% na bolsa do Japão


Informações da Bolsa de Valores do Japão afirma que as ações de empresas brasileiras acabam de cair 100%. É aguardado alta acelerada do dólar no Brasil. Wall Street acaba de emitir nota que pode tirar investidores do Brasil a partir de hoje. 

Se este quadro se confirmar, as bolsas de valores do Brasil começam queda ainda hoje (27/10), e crise começa a se aprofundar. Este já era um cenário traçado pela empresa de consultoria econômica Empiricus no texto "O Fim do Brasil" que previa exatamente o que começa acontecer.

O PT já estava fazendo mal ao Brasil, e o quadro começa a piorar.

 

Para quem não teve acesso ainda, abaixo está o texto da Empiricus.  

Como os piores são eleitos

por Hans-Hermann Hoppe*

 
Uma das proposições mais amplamente aceitas entre os economistas políticos é a seguinte: todo monopólio é ruim do ponto de vista dos consumidores.  Monopólio, em seu sentido clássico, é entendido como um privilégio exclusivo outorgado a um único produtor de um bem ou serviço — isto é, a ausência de livre entrada em uma linha específica de produção.  Em outras palavras, apenas uma agência, A, pode produzir um determinado bem, x.  Qualquer monopolista desse tipo é ruim para os consumidores porque, pelo fato de um produtor estar protegido contra a entrada de potenciais concorrentes em sua área de produção, o preço do produto x do monopolista será mais alto e a qualidade de x será mais baixa do que seria em um ambiente concorrencial.
Essa verdade elementar tem sido frequentemente invocada como argumento em favor da existência de governos democráticos em contraposição a, por exemplo, governos aristocráticos, monárquicos ou principescos.  Isso porque, em uma democracia, a entrada no aparato governamental é livre — qualquer um pode se tornar presidente, primeiro-ministro, senador, deputado etc. —, ao passo que em uma monarquia o aparato governamental é restrita ao rei e seus herdeiros.
Entretanto, esse argumento em favor da democracia é totalmente falho.  Liberdade de entrada nem sempre é algo bom.  Liberdade de entrada e livre concorrência na produção de bens é algo positivo, porém livre concorrência na produção de maus é algo negativo.  Liberdade de entrada no ramo da tortura e assassinato de inocentes, ou livre concorrência no setor de falsificações e fraudes, por exemplo, não é bom; é pior do que ruim.  Portanto, que tipo de "negócio" é o governo?  Resposta: ele não é um produtor convencional de bens que serão vendidos a consumidores voluntários.  Ao contrário: trata-se de um "negócio" voltado para o roubo e a expropriação — por meio de impostos e falsificações — e a receptação de bens roubados.  Por conseguinte, liberdade de entrada no governo não tem o efeito de melhorar algo bem.  Pelo contrário: torna as coisas piores do que más, isto é, aprimora o mal.

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Dado que o homem é como ele é, em todas as sociedades existem pessoas que cobiçam a propriedade de outros.  Algumas pessoas são mais afligidas por esse sentimento do que outras, mas os indivíduos normalmente aprendem a não agir de acordo com tal sentimento, ou até mesmo chegam a se sentir envergonhados por possuí-lo.  Geralmente, somente alguns poucos indivíduos são incapazes de suprimir com êxito seu desejo pela propriedade alheia, e são tratados como criminosos por seus semelhantes e reprimidos pela ameaça de punição física.  Sob governos aristocráticos, apenas uma única pessoa — o soberano — pode legalmente agir sob o desejo de obter a propriedade alheia, e é isso que o torna um perigo em potencial, um "mau".
Entretanto, os desejos redistributivos desse regente são forçadamente restritos, pois todos os membros da sociedade já aprenderam a considerar a tomada e a redistribuição da propriedade alheia como sendo algo vergonhoso e imoral.  Consequentemente, eles vigiam toda e qualquer ação do soberano com a mais extrema suspeita. 
Em eminente contraste, quando a entrada no aparato governamental é livre, qualquer um pode expressar abertamente seu desejo pela propriedade alheia.  O que antes era considerado imoral e era adequadamente suprimido, agora passa a ser considerado um sentimento legítimo.  Todos agora podem cobiçar abertamente a propriedade de outros em nome da democracia; e todos podem agir de acordo com esse desejo pela propriedade alheia, desde que ele já tenha conseguido entrar no governo.  Assim, em uma democracia, qualquer um pode legalmente se tornar uma ameaça.
Consequentemente, sob condições democráticas, o popular — embora imoral e anti-social — desejo pela propriedade de outro homem é sistematicamente fortalecido.  Toda e qualquer exigência passa a ser legítima, desde que seja proclamada publicamente.  Em nome da "liberdade de expressão", todos são livres para exigir a tomada e a consequente redistribuição da propriedade alheia.  Tudo pode ser dito e reivindicado, e tudo passa a ser de todos.  Nem mesmo o mais aparentemente seguro direito de propriedade está isento das demandas redistributivas. 
Pior: em decorrência da existência de eleições em massa, aqueles membros da sociedade com pouca ou nenhuma inibição em relação ao confisco da propriedade de terceiros — ou seja, amorais vulgares que possuem enorme talento em agregar uma turba de seguidores adeptos de demandas populares moralmente desinibidas e mutuamente incompatíveis (demagogos eficientes) — terão as maiores chances de entrar no aparato governamental e ascender até o topo da linha de comando.  Daí, uma situação ruim se torna ainda pior.
Historicamente, a seleção de um soberano se dava em decorrência do acaso deste ter nascido na nobreza, e sua única qualificação pessoal era normalmente sua educação e criação voltadas para torná-lo um futuro regente e preservador da dinastia, de seu status e de suas posses.  Isso, obviamente, não assegurava que o futuro regente não seria mau e perigoso.  Entretanto, é válido lembrar que qualquer soberano que fracassasse em seu dever primário de preservar a dinastia — ou seja, que arruinasse o país, causasse agitação civil, baderna, desordem e conflitos, ou que de alguma outra forma colocasse em risco a posição da dinastia — teria de se defrontar com o imediato risco de ser neutralizado ou mesmo assassinado por um outro membro de sua própria família.
De qualquer forma, entretanto, mesmo que o acaso do nascimento e sua consequente criação e educação não impeçam que o regente venha a se tornar mau e perigoso, também é verdade que o acaso de um berço nobre e uma educação principesca não impedem que ele venha a se tornar um medíocre inofensivo ou mesmo uma pessoa boa e moral.
Contrastando com isso, a seleção de regentes governamentais por meio de eleições populares faz com que seja praticamente impossível uma pessoa boa ou inofensiva chegar ao topo da linha de comando.  Presidentes e primeiros-ministros são escolhidos em decorrência de sua comprovada eficiência em serem demagogos moralmente desinibidos.  Assim, a democracia virtualmente garante que somente os maus e perigosos cheguem ao topo do governo.  Com efeito, como resultado da livre concorrência política e da liberdade de escolha das massas, aqueles que ascendem irão se tornar indivíduos progressivamente maus e perigosos; entretanto, por serem apenas membros temporários e frequentemente permutáveis do aparato govrnamental, eles raramente serão assassinados.
Nada seria melhor do que apenas citar as palavras de H.L. Mencken.  "Os políticos", diz ele com sua sagacidade característica, "raramente, se nunca, são eleitos apenas por seus méritos — pelo menos, não em uma democracia.  Algumas vezes, sem dúvida, isso acontece, mas apenas por algum tipo de milagre.  Eles normalmente são escolhidos por razões bastante distintas, a principal delas sendo simplesmente o poder de impressionar e encantar os intelectualmente destituídos... Será que algum deles iria se arriscar a dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade sobre a real situação do país, tanto em questões internas quanto externas?  Algum deles irá se abster de fazer promessas que ele sabe que não poderá cumprir — que nenhum ser humano poderia cumprir?  Irá algum deles pronunciar uma palavra, por mais óbvia que seja, que possa alarmar ou alienar a imensa turba de idiotas que se aglomeram ao redor da possibilidade de usufruir uma teta que se torna cada vez mais fina?  Resposta: isso pode acontecer nas primeiras semanas do período eleitoral... Mas não após a disputa já ter ganhado atenção nacional e a briga já estiver séria... Eles todos irão prometer para cada homem, mulher e criança no país tudo aquilo que estes quiserem ouvir.  Eles todos sairão percorrendo o país à procura de chances de tornar os ricos pobres, de remediar o irremediável, de socorrer o insocorrível, de organizar o inorganizável, de deflogisticar o indeflogisticável.  Todos eles irão curar as imperfeições apenas proferindo palavras contra elas, e irão pagar a dívida nacional com dinheiro que ninguém mais precisará ganhar, pois já estaremos vivendo na abundância.  Quando um deles disser que dois mais dois são cinco, algum outro irá provar que são seis, sete e meio, dez, vinte, n.  Em suma, eles irão se despir de sua aparência sensata, cândida e sincera e passarão a ser simplesmente candidatos a cargos públicos, empenhados apenas em capturar votos.  Nessa altura, todos eles já saberão — supondo que até então não sabiam — que, em uma democracia, os votos são conseguidos não ao se falar coisas sensatas, mas sim ao se falar besteiras; e todos eles dedicar-se-ão a essa faina com vigoroso entusiasmo.  A maioria deles, antes do alvoroço estar terminado, passará realmente a acreditar em sua própria honestidade.  O vencedor será aquele que prometer mais com a menor possibilidade de cumprir o mínimo."



Hans-Hermann Hoppe é um membro sênior do Ludwig von Mises Institute, fundador e presidente da Property and Freedom Society e co-editor do periódico Review of Austrian Economics. Ele recebeu seu Ph.D e fez seu pós-doutorado na Goethe University em Frankfurt, Alemanha. Ele é o autor, entre outros trabalhos, de Uma Teoria sobre Socialismo e Capitalismo e The Economics and Ethics of Private Property.
 

domingo, 26 de outubro de 2014

É AGORA QUE TUDO COMEÇA

por Percival Puggina.
 
Eram 20 horas do dia 26 quando os números da eleição presidencial me caíram diante dos olhos, saídos do éter e cercados das mesmas inconfiabilidades que caracterizam as pesquisas de intenção de voto. Mas desta vez eram números para valer. Dilma e o PT ganharam mais quatro anos para destruir o Brasil e o caráter da população brasileira.

 Vieram-me à mente as palavras acima, de Mateus 11, 21-22.
“Ai de ti, Corazim e ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que fiz nas vossas ruas tivessem sido praticados em Tiro e Sidom, há muito que o seu povo se teria arrependido com vergonha e humildade. Verdadeiramente, Tiro e Sidom estarão melhor do que vocês no dia do juízo!”

Elas são bem adequadas ao momento. Qualquer outro povo que tivesse, desde 2005, quando estourou o primeiro escândalo do governo Lula, conhecido o que o Brasil conheceu, sabido do que o Brasil ficou sabendo, contemplado o futuro que o Brasil contempla, sido fatiado em alas e conflitos como o Brasil foi, andado nas companhias com que o Brasil andou, feito os negócios que no Brasil se fizeram, perdido tudo que no Brasil se jogou fora, teria enxotado seu governo a votos na primeira oportunidade. O Brasil já perdeu a terceira. Se o que acontece nas nossas ruas ocorresse em país sério, seu povo se teria arrependido com vergonha e humildade. Ainda não chegou para nós o dia em que o Brasil tomará juízo.
Felizmente, metade da nação já despertou. A disputa começou muito mais desigual. Ao longo dos últimos meses, porém, o petismo, sem meias nem peias, que se julga dono do Brasil, foi produzindo o mais incômodo de seus resultados: o antipetismo consciente, crescente e comunicante, que se irá organizar porque exatamente aqui, onde o PT julga que tudo termina, é onde tudo começa. O que era disperso ganhará coesão.
Já que o PT preferiu dividir, dividido está. E o que foi dividido saberá unir-se. Em dois anos haverá novas eleições e, desta vez, os antipetistas sabemos quem esteve e quem está com quem. Isso o PT e o Congresso Nacional ficaram sabendo: metade do Brasil é antipetista. E todo parlamentar que não for assumidamente antipetista vá cantar na sua freguesia porque terá metade da nação contra si.


• Arquiteto, empresário, escritor, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor de “Crônicas contra o Totalitarismo”, “Cuba, a tragédia da utopia” e “Pombas e Gaviões”.

A incrivel coincidência entre eleições nos países do Foro de São Paulo


CARTA À NAÇÃO, ATRIBUÍDA A UMA JUÍZA FEDERAL

Autor Desconhecido

A divergência e o debate são comuns e saudáveis em uma democracia. Podemos discordar em muitos pontos, mas tenho certeza que concordamos nos principais valores básicos, essenciais à sociedade que sonhamos para o futuro.
Podemos discordar das privatizações, mas não precisamos aceitar que a roubalheira, o aparelhamento político e a incompetência tomem conta das nossas estatais.
Podemos admirar os programas sociais do PT, mas não precisamos aceitar um governo que mente descaradamente que seus adversários acabariam com eles em um óbvio terrorismo eleitoral.
Podemos não gostar dos EUA, mas não precisamos apoiar um governo que se alia às piores ditaduras do mundo e defende países terroristas.
Podemos não gostar da Globo ou da Veja, mas não precisamos de um governo que tenta controlar a imprensa.
Podemos não gostar do PSDB, mas não podemos aceitar um governo, que se dizia guardião da ética, viver mergulhado em escândalos diários, e se aliar e defender a escória da política nacional como Maluf, Collor, Renan, Sarney, Jader Barbalho.
Podemos não gostar do Aécio, mas não podemos permitir que todas essas práticas sejam incentivadas, premiadas e perpetuadas.
Podemos querer outras alternativas, mas não podemos deixar no poder uma quadrilha cuja cúpula, mesmo presa na Papuda, é tratada como heróis e continua filiada ao partido!
Não podemos deixar que continuem a sambar na nossa cara, infiltrando membros no STF para livrar seus pares, comprando o legislativo com mesadas, sangrando nosso país em benefício próprio e de ditaduras e pseudodemocracias. Se fizermos isso será um atestado de que somos tão sem-vergonhas quanto eles, que NADA nos choca e tudo pode nessa terra porque não temos mais qualquer capacidade de indignação.
Se você não concorda com isso, é hora de mudar. Voto nulo, branco ou abstenção é o mesmo que endossar suas práticas.
É hora de união contra aqueles que tentam rachar o país, com um discurso irresponsável e preconceituoso de "nós" contra "eles", "pobres" contra "ricos", "negros" contra "brancos", "povo" contra "elite branca"...
O sentimento não é meu, é de todo brasileiro que cansou e quer um país melhor.
Eu votei no PT ao longo de toda a minha vida. Fui traída. PT nunca mais.
Esta carta é atribuída a uma magistrada federal. Para algumas fontes, a autoria é desconhecida. Então, em favor da segurança e tendo em vista da qualidade das ponderações que nela se contém, vai assim, divulgo-a sem explicitação da autoria.

O atentado contra a Editora Abril e mais um motivo para tirarmos o PT do poder

O medo de perder o poder está fazendo o PT e seus aliados deixarem de esconder suas reais intenções: aparelhar o estado de uma vez por todas, usar os coletivos não-eleitos para pressionar o Congresso (a UJS é apenas um desses grupos da tropa de choque do PT) e censurar a imprensa.
deconstrucao
Um tema que deveria ter sido trazido ao debate público com mais contundência durante essas eleições é o uso de coletivos não-eleitos por governos bolivarianos, como o de Dilma. Como sabemos, coletivos não-eleitos são entidades que se pretendem ser “a sociedade civil”, mas no fundo não passam de tentáculos de um estado totalitário.
O atentado praticado ontem (dia 24/10) contra a sede da Editora Abril, em Pinheiro (Zona Oeste de São Paulo), é um exemplo do uso de coletivos-não eleitos pelo PT. Na Bolívia, por exemplo, esses grupos ameaçaram chicotear quem não votasse em Evo Morales.
Durante o tumulto, três pessoas foram detidas, todas participantes da União da Juventude Socialista – mais um coletivo não-eleito de Dilma Roussef. Quem clicar neste link poderá ver como Dilma Roussef afaga este grupo.
Mas se provas do alinhamento da turma de Dilma com essa gente ainda são necessárias, veja o que disse Orlando Silva, ex-ministro de Dilma:
orlando1
De mais a mais, tudo também é explicado pelo discurso de ódio que Dilma e o PT vem fazendo contra a mídia livre há vários anos. Esse tipo de sentimento de ódio obviamente iria resultar em situações como essa, mesmo que a UJS não fosse um dos braços da campanha do PT.
Em entrevista à Globo, Aécio Neves repudiou os atentados:
Nós assistimos ontem e hoje um atentado contra a democracia, contra a liberdade de expressão [...] Os manifestantes não atingem aquele veículo, atingem o que nós temos de mais valioso que é a liberdade de expressão no Brasil, a liberdade de imprensa. A democracia vive disso: das manifestações. E as contrárias têm que ser respeitadas [...] [Esse ato] deve receber o repúdio, não sei, dos profissionais da imprensa e de todos os cidadãos e cidadãs desse país.
Uma dica: sempre que forem explicar o problema do uso de coletivos não-eleitos e da censura de mídia (os principais planos do PT), é preciso expor com clareza ao público os danos causados por esse tipo de projeto. Nesse texto, dei razões claras que explicam por que o povo sofre muito quando uma ditadura é implementada a partir de coletivos não-eleitos e censura sutil.
É simples demais: países bolivarianos que censuram a mídia conseguem esconder com mais facilidade escândalos de corrupção e maquiar com maior habilidade os indicadores péssimos da economia. Ora, se tudo o que essa gente quer é saquear o estado a partir do aparelhamento estatal (que também serve para manter o poder), é óbvio que censurar a imprensa se torna um dos objetivos centrais de qualquer projeto bolivariano.
A vida do povo humilde em países como Venezuela e Argentina é esmagada exatamente por que esses governos executaram com sucesso o projeto bolivariano. E esse atentado contra a Editora Abril mostra claramente a absurda similaridade do projeto petista com o projeto desses países.



Alguns podem até dizer que Dilma “rejeitou o quebra-quebra”, mas só fez isso depois que Aécio Neves se manifestou contra essa barbárie. E ela não abriu a boca para falar de suas alianças com a UJS e nem comentou as palavras de seu ex-ministro Orlando Silva, que endossou o atentado.
Para piorar, o comportamento censório do PT continua, pois eles conseguiram que o TSE (aparelhado pelo partido) proibisse a Revista Veja de fazer propaganda de sua revista.
O medo de perder o poder está fazendo o PT e seus aliados deixarem de esconder suas reais intenções: aparelhar o estado de uma vez por todas, usar os coletivos não-eleitos para pressionar o Congresso (a UJS é apenas um desses grupos da tropa de choque do PT) e censurar a imprensa. Com isso, é possível devastar toda nossa economia e “ganhar tempo”, assim como Cristina Kirchner e Nicolas Maduro vem fazendo, enquanto enriquecem e a seus parentes e amigos do poder.
O terrível atentado praticado contra a revista Veja, além das vergonhosas ações censórias tentadas pelo governo petista contra a publicação, hoje nos leva a uma seguinte realidade: estamos todos vivendo em um ambiente similar ao da Venezuela, especialmente nesses dias, e o que irá ser amplificado se Dilma for reeleita.
Temos que eleger Aécio Neves para que ele nos liberte do jugo desse partido depravado e inimigo da democracia.

http://lucianoayan.com/

QUANDO A ESPERANÇA TEM DIA E HORA

por Percival Puggina. 
 
Dentro de poucas horas saberemos o que foi fecundado no ventre das urnas e qual o aprendizado nacional a partir da experiência acumulada nestes últimos anos. Aguardo com ansiedade cívica a abertura da porta da maternidade para as notícias do início da noite. Afinal, não nos faltam escândalos, más notícias, nem nuvens negras no horizonte.
Como parlamentarista, sou contrário a esse sistema de eleições que, ingenuamente, entrega tanto poder a uma só pessoa e seu partido. Contemplo o futuro com expectativas que vão além do resultado das eleições. Já temos definidos os parlamentos federais e estaduais. Os partidos políticos e suas bancadas não podem continuar, por ação e omissão, fazendo tanto mal ao Brasil. Não me representam! Mas há muitos parlamentares que sim, o fazem. Portanto, em vez de tudo esperar de uma pessoa só (quem quer que venha a presidir a República) eu prefiro confiar nos melhores deputados que saíram das urnas do dia 6.
Sei que eles existem. Não são tantos quanto conviria, nem tão poucos que nada possam fazer. Sei que quase todos ouviram de seus eleitores esta interrogação: “O que poderás fazer lá, sozinho no meio das feras?”. Essa pergunta trata de um problema real e é inevitável que esteja repercutindo fortemente na consciência de cada um deles. É para essas figuras públicas, para os melhores homens e mulheres de nossos parlamentos, que se dirigem, neste momento cívico, minha preocupação, a acalentada sugestão que aqui exponho, e minhas orações.
Não me conformo com saber que os bons sejam, inexoravelmente, sobrepujados pelos maus. Não precisa ser assim! O que eu estou sugerindo é que, entre tantas vigorosas frentes parlamentares já existentes nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional, se articulem e passem a operar frentes parlamentares integradas por membros de diversas bancadas, unidas pelos ideários liberais e conservadores, movidas por reta intenção, dedicadas ao desenvolvimento econômico e social do país, com sólida adesão aos melhores princípios e aos mais elevados valores.
Que frentes parlamentares podem existir e operar de modo suprapartidário, a experiência já demonstrou com fartura de bem sucedidos exemplos. Pois que os bons, que os melhores, façam a sua e ponham-na a funcionar. E vamos ver quem pode mais! Vamos ver quem vai conquistar o respeito da população. Muito bem pode ser realizado e muitos males podem ser impedidos, contanto que os bons se organizem como força política indispensável à própria respeitabilidade de cada um, à honorabilidade do Brasil e ao bem de todos na pátria comum.

Novo governo lidará com inflação alta, desemprego maior e nó do setor elétrico

por Lucianne Carneiro, Martha Beck, / Gabriela Valente, Eliane Oliveira, / Geralda Doca, Danilo Fariello, / Karla Mendes, Rennan Setti e Lino Rodrigues

Seja qual for o resultado das urnas neste domingo, o cenário para 2015 será de inflação alta e taxa de desemprego maior, em um ambiente de baixo crescimento econômico. O próximo governo terá que lidar com outros sérios desafios para colocar o Brasil em uma trajetória de crescimento sustentado da economia: a reorganização das contas públicas, um dos maiores déficits nas contas externas do país e um rombo na Previdência que deve superar os R$ 50 bilhões este ano ao lado do envelhecimento da população brasileira.
Diante da pressão da elevação do dólar, do aumento de tarifas de energia elétrica e dos custos de serviços ainda em nível alto, os preços continuarão acima do que seria desejado. Nem mesmo a fraca atividade econômica, que inibe a demanda, deve compensar esses outros impactos.
O setor energético será um capítulo à parte na gestão econômica: a falta de chuvas e as medidas adotadas pelo governo federal levaram a aumentos em 2014 e devem colaborar para reajustes elevados também em 2015.
A dificuldade na criação de vagas, principalmente formais, deve se acentuar e tende a levar a uma taxa de desocupação acima dos pisos históricos que vêm sendo registrados, dizem analistas.
A preocupação se dá principalmente diante das previsões do mercado, que espera que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fique em 6,3% no próximo ano, segundo a última edição do Boletim Focus, do Banco Central. Já para o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto dos bens e serviços produzidos no país), a projeção é de alta de apenas 1%.
Desde 2010, as expectativas do mercado têm sido mais otimistas que o desempenho efetivo dos dois indicadores. Pelo boletim, as estimativas para o IPCA feitas ao fim do ano anterior eram de 4,5% para 2010, 5,32% para 2011, 5,32% para 2012 e 5,47% para 2013. As taxas efetivamente alcançadas foram de 5,88%, 6,50%, 5,84% e 5,91%, respectivamente. Para 2014, previa-se em dezembro do ano passado uma inflação de 5,98% e agora o número esperado é de 6,45%.
A conjuntura ainda terá que lidar com as consequências de um ano em que o investimento ficou em suspenso: em dúvida sobre o futuro, muitos empresários preferiram a cautela e adiaram investimentos.
A economia feita pelo governo para pagar juros da dívida pública (o chamado superávit primário) despencou e isso levou ao aumento da dívida pública em relação ao PIB. Na esteira da deterioração fiscal, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s piorou a nota de crédito do Brasil, e a Moody’s colocou o rating do país em perspectiva negativa.
A situação das contas externas é fonte de preocupação: o mercado prevê que o rombo das transações correntes fique em US$ 81 bilhões em 2014. O cenário reúne baixa competitividade das empresas, balança comercial com saldo perto de zero, recuo nos preços de commodities, desconfiança dos empresários e comércio internacional enfraquecido com lenta recuperação de países avançados.
— O ano de 2015 será difícil. Teremos que lidar com a inflação, a deterioração no mercado de trabalho, uma economia que cresce pouco e o problema fiscal — afirma o professor do Instituto de Economia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Antônio Licha.
O economista Joaquim Eloi Cirne de Toledo aponta que há questões complexas a serem tratadas ao mesmo tempo: reduzir o déficit externo, o que exige melhora de produtividade, de infraestrutura e taxa de câmbio mais atraente:
— Todas essas coisas têm impactos sociais e políticos. Qualquer um que ganhar terá que tocar isso com luvas de pelica — diz Toledo.

BOLIVARIANISMO AGONIZANTE

José Gobbo Ferreira, PhD

S. Excia, o Exmo Ministro Edmar Gonzaga, que já foi advogado da campanha de Dilma Roussef em 2010, teve uma nova oportunidade de prestar-lhe importante serviço.
Ele atendeu a requerimento da defesa da campanha da candidata e expediu liminar em que proíbe que a revista faça propaganda em qualquer meio de comunicação da reportagem que afirma que Dilma e Lula sabiam das maracutaias na Petrobras. (O que, diga-se de passagem, além de nós todos, até o Faraó Ramsés, morto há milhares da anos já sabia)
Para o insigne e isento Ministro, o fato de a revista Veja informar a população e o eleitorado do mar de corrupção que afoga esse governo, por coincidência nas vésperas de uma eleição, que foi quando os fatos vieram à luz, bem como o fato de ter ela antecipado de dois dias sua edição (como, aliás o fez nas três eleições passadas),“desborda do seu elevado mister de informar, com liberdade, para convolar-se em publicidade eleitoral em favor de uma candidatura em detrimento de outra"

Faz questão ainda de avisar que a transmissão dessa informação por meio do rádio, que é um serviço objeto de concessão pelo Poder Público, constitui publicidade eleitoral em favor de um dos candidatos.

Como cidadão brasileiro, no exercício de seus direitos constitucionais entendo que, em sua singela peroração, secundado por S.Excia o Exmo Sr. Procurador Geral Eleitoral Edmar Janot,  Suas Excelências deixam claro que, no momento pré-ditatorial em que vivemos:

1. Que difundir a verdade, por todos os meios possíveis, constitui propaganda eleitoral, principalmente se a verdade atingir o candidato do governo.
2. Que é muito mais grave informar à população que um dos candidatos está pessoalmente envolvido em um crime que desviou cerca de dez bilhões de Reais de uma empresa estatal do que o crime propriamente dito.
3. Que se essa informação vier a público a tempo de evitar que essa candidata corrupta seja eleita para um mandato de quatro anos e continue delinquindo, a notícia se torna mais grave ainda.
4. Que é preciso lembrar que os meios de comunicação, em particular o rádio, são serviços objeto de concessão pelo Poder Público, e não devem ser utilizados para a livre difusão de informações que possam ferir interesses desse poder. Afinal, estamos em um Estado bolivariano...
5. Que a Justiça Eleitoral não tem interesse em punir calúnias, propaganda mentirosa ou campanhas de difamação, mas é extremamente pronta e eficaz para o combate à difusão da verdade.
VAMOS ACABAR COM ISSO AMANHÃ!

Boatos sobre envenenamento de Alberto Youssef se espalha pelas redes sociais

O doleiro Alberto Youssef passou mal na tarde deste sábado (25) e precisou ser encaminhado ao hospital. De acordo com o advogado Antônio Fugueiredo Basto, o doleiro foi internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Santa Cruz. Youssef teve um mal súbito e uma queda de pressão após o almoço, afirmou o advogado. O doleiro chegou a desmaiar.
No final da tarde, ele foi transferido da UTI cardíaca para um quarto. O andar em que ele está internado foi isolado.
Há, no entanto, rumores de que o doleiro teria sido envenenado dentro da carceragem da PF em Curitiba-PR. Estes rumores foram espalhados por pessoas ligadas ao atendimento prestado ao doleiro. 
Alberto Youssef tem problemas cardíacos e toma remédio controlado, além disso está sob muita pressão, ele passou mau, desmaiou na sela logo após o almoço de ontem. Ele está internado em estado grave no UTI as informações são de que o Youssef sofreu choque anafilático por envenenamento. Não há informações oficiais, porém gente de dentro do hospital já falou isso. 
O Ministério da Justiça disse que não houve envenenamento; a Policia Federal, através de um assessor de imprensa, divulgou a nota a baixo, porem não se comprometeu em abrir investigação:



Romeu Tuma Jr, ex-delegado da Polícia Federal, afirmou em seu Twitter que o correto seria uma nota assinada por um médico da PF.


As suspeitas sobre possível envenenamento não pode ser descartadas pela PF, pois há relatos de pessoas dentro da Unidade Hospitalar, não é só um relato isolado, são vários que apontam na mesma direção e que não podem ser ignorados. Há inclusive, apontando que teria sido pelo composto organofosforado, isso foi dito por uma pessoa que atendeu o Alberto. A pessoa não quer se identificar. 

Hoje a notícia se espalhou rapidamente nas redes sociais. 





Tela do computador com o prontuário médico do paciente Alberto Youssef que vazou na internet.

Pois é, gente. De fato não existe nada de concreto, há apenas suspeitas e boatos. Porém como as denúncias de Youssef contra o ex-chefe e a atual chefe da nação são gravíssimas, não podemos ignorar esses boatos. 
Outra coisa, quem leu o livro "Assassinatos de Reputações" de Romeu Tuma Jr. sabe que dos riscos que a democracia está correndo com o aparelhamento ideológico das instituições públicas.
Esperamos que o assunto seja levado a sério e que a vida do delator seja protegida, pois ele está prestando serviço à nação, passando a limpo toda a sujeira do PT com a nossa Petrobras. Qualquer atentado conta a vida de Youssef é atentado contra o país, que tem direito de saber toda a verdade sobre as acusações do doleiro.

Que Deus nos proteja!


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