quarta-feira, 30 de julho de 2014

Razões para não votar no 13

Não vou fazer campanha pra ninguém, porém, o governo atual não tem o meu apoio, e digo os meus motivos.

01 - O PT não faz o Brasil crescer. Estamos vendo a inflação voltar a casa de 7% enquanto o crescimento econômico cai para míseros 1%. Prova definitiva da incompetência administrativa.
02 - A crise de segurança pública com o aumento da violência é proveniente das políticas ineficientes adotadas pelo PT e seus parceiros (ONU, ONGs, Conselhos Tutelares e Legislações condescendentes). Hoje ocorrem 60 mil homicídios por ano, com mais de 90% deles impunes; Pior, o mapa da violência 2014 mostra que em todos os estados governados pelo PT houve aumento da violência. O PT faz mal ao Brasil.
03 - O maior caso de corrupção do Brasil promovido pela cúpula do PT ficou conhecido como "mensalão"; em nenhum lugar sério no mundo um partido como esse poderia estar no poder, pois ele tentou comprar o Congresso Nacional a seu favor, uma ação antidemocrática. Não basta punir, tem que acabar com esse partido;
04 - O PT, além de ser uma organização criminosa, é aliado de criminosos. Ele  dar abrigo e proteção política a organizações terroristas e a quadrilhas de narcotraficantes e sequestradores através do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro e ocultado pela imprensa esquerdista por quase 20 anos; o apoio do governo às ditaduras socialistas de Cuba (onde os que tentam fugir são até fuzilados) e da Venezuela (onde as milícias patrocinadas pelo governo matam manifestantes que exigem democracia), além da afinidade com o Irã de Ahmadinejad (onde homossexuais são enforcados em praça pública);
05 - Enquanto os portos brasileiros penam e definham, o esforço do governo é no sentido de financiar construções vultuosas em Cuba. Foi o caso do Porto de Mariel, de onde saíam armas para abastecer a ditadura comunista da Coreia do Norte.
06 -  O PT abandonou o projeto de um Brasil melhor por um projeto de poder. O decreto 8.243, que disciplina a participação no governo federal brasileiro dos “movimentos sociais” controlados e financiados pelo partido, subordinando o povo e a gestão pública a uma falsa “sociedade civil” constituída pela companheirada petista, demonstra claramente os objetivos totalitaristas do partido.
07 - O partido defende a igualdade de direitos, porém o uso de 52 quartos de hotel de luxo em Roma pela comitiva de Dilma com o dinheiro do povo, sendo cerca de R$ 7,7 mil o preço da suíte presidencial, não é um gasto razoável, é extravagante;
08 - O partido que deveria defender a liberdade de expressão se comporta com flagrante desrespeito à tal direito, isso se nota na censura à apresentadora do SBT Rachel Sheherazade por emitir a sua opinião, depois distorcida e amplificada pela militância do partido e dos testas-de-ferro do PSOL e PCdoB; concordar ou discordar dela, é direito de cada um, porem investir em punição ou promover o ódio contra a jornalista é uma atitude totalitarista e perigosa; não só isso, a lista negra do PT contra os jornalistas e até humoristas que se opõem ao seu governo, incentivando o ódio contra os supostos inimigos da pátria, enquanto o partido finge apreço pela liberdade de imprensa e de expressão.
09 - Claro enriquecimento ilícito do filho de Lula nunca foi punido. O “limpador de estrume de elefante no Zoológico de São Paulo” Lulinha ficar multimilionário quando papai estava no poder.
10 - Com o PT, vemos ressurgir a doutrina do ódio. A declaração de ódio, aplaudida por Lula, da “filósofa” petista Marilena Chauí à classe média brasileira, representa grave perigo para a nossa sociedade. O ódio à “elite branca” manifestado pelos petistas após o episódio do Itaquerão na Copa do Mundo, em mais uma das inúmeras tentativas de dividir a sociedade entre “nós e eles”.

11 - O PT sempre foi contra tudo que hoje defende:  
Em 1985 o PT foi contra a eleição de Tancredo Neves e expulsou deputados que votaram nele. 
- Em 1988, votou contra a Constituição. 
- Em 1994, votou contra o Plano Real, dizendo que era eleitoreiro. 
- Em 1996, votou contra a reeleição, que hoje defende. 
- Em 1998, foi contra a privatização da telefonia, hoje com 200 milhões de linhas.
- Em 1999, foi contra a adoção de metas para a inflação.
- Em 2000, luta ferozmente contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os governantes a gastarem apenas o que arrecadam. O Proer, que nos salvou, impedindo a quebradeira dos bancos em 2008, foi demonizado.
- Quando FHC criou o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Vale Gás, o PT foi contra, dizendo que eram esmolas eleitoreiras, mas hoje defende o Bolsa Família (criada pelo governador tucano Marconi Perillo), e pousam de donos da caridade. 
12 - Desde que subiu ao poder, o partido vem instrumentalizando as instituições públicas, manipulando dados para fomentar sua campanha pró socialismo. Seu proselitismo ideológico e a incompetência de órgãos governamentais aparelhados pelo petismo como o IPEA, cujas pesquisas embusteiras sobre a violência sexual contra a mulher e os crimes contra negros igualmente buscaram dividir a sociedade através de conclusões dissociadas da coleta de dados, ela mesmo nebulosa. O judiciário não foge a esse aparelhamento já que, 13 ministros do STF foram indicadas pelo PT (isso só aconteceu no início da república por Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto).

13 - O PT incentiva e patrocina a campanha sórdida da militância real e virtual petista.  Destacamos aqui a monstruosidade de Emir Sader contra o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, que obriga o ministro a se precaver para não virar outro Celso Daniel; Há um exército, sustentado com dinheiro público, de blogs sujos e de MAVs, os militantes da Mobilização em Ambientes Virtuais do PT, treinados até em “camping digital”, que entram todos os dias em nossos blogs e perfis pessoais, xingando, distorcendo o que está escrito e depois dizendo que não aceitamos críticas, como se tivessem feito alguma, e que julgamos MAVs qualquer um que “discorde” de nós, como se aquilo ou qualquer “HAHAHA” e “KKKKKK” fosse uma “discordância”.

Por estes e outros motivos, não voto e não apoio o PT.


A doutrina do ódio contra o Ocidente, os EUA e Israel


Ódio contra Israel tem uma causa: inveja!

A esquerda odeia Israel por uma razão: a história do século XX mostrou que o socialismo tinha tudo pra dar certo, e deu errado. O estado de Israel, o sionismo, tinha tudo pra dar errado, e deu certo.” 

Karla: A esquerda é a favor ou não é a favor dos árabes, professor Jorge Inácio?
Jorge Ignácio Szewkies: Bom, a pergunta parece simples, Karla, mas eu prefiro convidar os telespectadores e meus colegas de bancada a uma reflexão; e vou, no fim, ver se nós, em conjunto, temos essa resposta. Porque me chamou a atenção nos últimos dias um conjunto de entidades, algumas mais expressivas, a maior parte sem expressão alguma, mas um conjunto de instituições e entidades do perfil ideologicamente identificado à esquerda chamando manifestações na cidade. Houve, inclusive, uma importante em termos quantitativos, porque mobilizaram a juventude, mobilizaram os estudantes, os centros acadêmicos, contra a ação israelense em Gaza.
E eu fiquei pensando: bom, será então que a nossa esquerda é a favor dos árabes?
Então eu convido vocês a essa reflexão e me permitam… Peço desculpas antecipadamente por entrar com algumas imagens na casa de todos vocês numa segunda-feira nesta hora, mas para responder, nós precisamos ver.
IMAGEM 1 – SÍRIA
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Por exemplo, esta imagem aqui vem da Síria onde cristãos são perseguidos e muitos deles vergonhosamente e violentamente crucificados, debochados. Veja que tem criança olhando isso, e aí eu me pergunto: são árabes cristãos? Vocês veem alguma mobilização aqui da esquerda em defesa dos cristãos árabes? Me respondam no final. O próximo slide, por favor.
IMAGEM 2 – SÍRIA
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Isto aqui, também na Síria, se refere às chacinas que ocorrem atualmente entre os diferentes grupos étnicos. Uma guerra que já matou… Vocês acompanham os números desta semana – lamentável número de mortes desta semana, mas vocês sabem que estamos falando na casa de centenas, e na Síria nós já passamos de 180.000 assassinatos. Vocês veem a população nas ruas pedindo paz e moderação ao presidente da Síria? Me digam esta resposta no fim. O próximo slide…
IMAGEM 3 – IRÃ
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…a violência contra dissidentes no Irã, em julgamentos rápidos, sucintos, vergonhosos e o enforcamento em praça pública para aterrorizar a população numa volta à Idade Média. O próximo [slide]:
IMAGEM 4 – TUNÍSIA
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Vocês assistem a essas manifestações? A esquerda brasileira que se diz humanista e pacifista fala desse enforcamento na Tunísia?
A próxima [imagem], por favor:
IMAGEM 5 – MUNDO ISLÂMICO*
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…o apedrejamento de mulheres adúlteras no mundo islâmico. Ali há um detalhe para não aparecer a cabeça da mulher, o rosto dela, e os homens apedrejando uma mulher acusada de adultério. Vocês enxergam as mulheres brasileiras na rua pedindo a punição e o fim deste apedrejamento? Me respondam dentro de alguns minutos. O próximo slide, por favor:
IMAGEM 6 – DOUTRINAÇÃO
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Aqui vocês têm a infância sendo educada para a violência. Os nossos educadores estão pedindo que as crianças de ambos os lados sejam poupados de ensino da violência? Me respondam em poucos minutos. O próximo slide, por favor…
IMAGEM 7 – FAIXA DE GAZA
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Isto é o que tem estarrecido o mundo inteiro: a utilização de civis como escudos protetores contra bombardeamentos de armas, hoje, modernas… Isto é indescritível! Isso não dá pra qualificar, por exemplo, aqui vocês têm um prédio, um prédio residencial na faixa de Gaza, e vocês sabem… Pode tirar, eu acho que todo mundo viu.
Vocês sabem que eles estão utilizando mesquitas, os colégios; a própria escola da ONU guardava foguetes numa violação tremenda, eu nem digo à lei, [mas] ao bom senso, ao mínimo de humanidade. E eles guardam isso em escolas, em prédios residenciais – [os] armamentos e lançadores de foguetes.
E eu posso dizer hoje, tranquilamente, tudo isto porque é sabido e eu vim pra televisão hoje… Eu vi no noticiário europeu, felizmente, parece que a trégua é iminente porque não se pode continuar assistindo a isso. O Hamas vai ter que abdicar da violência, vai ter que entregar as armas. Não há outra possibilidade senão a rendição, senão fica morrendo gente, morrendo gente… Eles fazem isso de colocar as crianças [como escudos humanos]…
Eu tenho, se vocês me permitem, uma coisa que eu não trouxe porque eu achei que ia prejudicar a janta de vocês, em lançamentos de morteiros… Filmes feitos pelo próprio Hamas mostrando uma vantagem nisto, cheio de crianças em volta porque eles sabem que através do satélite se percebe; haveria um lançamento de algum míssil contra esta plataforma de morteiros e enchem de crianças em volta, e um adulto dizendo pra eles: “Vamos morrer em nome de Alá!”
E o mundo silencia, não o mundo inteiro, digamos assim, mas aqui nós temos este pessoal que vai pra rua numa guerra que praticamente ninguém destas pessoas que estão na rua compreende a complexidade que é… Aqui qualquer pessoa tem opinião sobre tudo, sobre se o Dunga tem que ser o técnico da seleção, sobre a presidência, e principalmente sobre um conflito tão severo.
Mas eu quero responder agora, finalmente, a pergunta que é o tema do meu comentário. Eu vou ser breve.
Eu perguntei se a esquerda é a favor dos árabes. Vocês viram que não. Esta esquerda brasileira é sim anti-Israel; e anti-judaísmo em consequência. Por quê? Porque Israel hoje representa tudo o que a nossa esquerda, esta aqui odeia.
Primeiro: pluripartidarismo – a defesa de opiniões contraditórias sem que a pessoa seja teu inimigo: ele apenas pensa diferente de ti.
Um parlamento, inclusive, que tem árabes representantes.
[Segundo:] Não suportam a liberdade absoluta de expressão, liberdade de imprensa.
Senão, tu fala contra eles, não, tu és “coxinha”, tu és não sei o quê, “imprensa golpista”.
[Terceiro:] Não suportam o judiciário independente.
Veja o que aconteceu no julgamento do mensalão, [com a esquerda] atacando, inclusive, com expressões racistas o ministro do Supremo.
E assim eu poderia continuar, mas essencialmente uma última frase…
Bom, na verdade encerro o meu comentário agradecendo a paciência que vocês todos tiveram. Esta questão das crianças protegendo um morteiro, em vez de o morteiro proteger as crianças: se vocês quiserem, peçam, e eu mando o vídeo para vocês feito pelo próprio Hamas, mando por e-mail com todo prazer, mando aqui para o programa.
O fato do seguinte:
A esquerda odeia Israel por uma razão: a história do século XX mostrou que o socialismo tinha tudo pra dar certo, e deu errado. O estado de Israel, o sionismo, tinha tudo pra dar errado, e deu certo.
VÍDEO FINAL – ESCUDOS HUMANOS EM LANÇAMENTO DE FOGUETES
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Alta comissária da ONU para direitos humanos, Navi Pillay: “As ações de Israel podem configurar ‘crimes de guerra’.”
Relações Exteriores da PALESTINA: “Seguiremos resistindo a ocupação por todos os meios”.
IRÃ: “Israel agrava a situação, comete crimes de guerra, limpeza étnica e terror de Estado.”
ARGÉLIA: “Os massacres e genocídios que estão sendo realizados.”
VENEZUELA: “Israel está querendo exterminar o povo palestino.”
SÍRIA: “Israel tem uma mentalidade racista e criminosa.”
SUDÃO: “O massacre e o genocídio continuam sendo realizados por Israel.”
Palavra cedida ao diretor da ONG UN Watch, o observador da ONU Hillel Neuer:
Sr. Presidente, acabo de voltar de visita a Israel para relatar a essa Assembleia e ao mundo sobre a grave situação que presenciei e experimentei. Uma nação inteira – povoados, vilas e cidades –, desde o deserto de Negev até a Galileia, da Judeia e das colinas de Jerusalém até o mar de Tel Aviv, tem estado sob ataque brutal e implacável de mais de dois mil morteiros, foguetes e mísseis de longo alcance, disparados de Gaza em direção a civis em todas as partes da Terra Santa. Nunca antes, na história de sete décadas de existência de Israel, seus homens, mulheres e crianças estiveram sob um ataque aéreo tão grande, obrigando-os, ao som de sirenes de ataque aéreo dia e noite, a correr para um abrigo. E nunca, na história moderna das nações, uma sociedade livre e democrática, viveu sob tal bombardeamento de uma organização terrorista, que se esforça abertamente e celebra o assassinato de civis, e que, como sua visão de mundo, glorifica a morte. Será que o mundo alguma vez imaginou que a antiga cidade de Jerusalém, sagrada para o judaísmo, o cristianismo e o Islã, e repleta de lugares sagrados, que são reconhecidos pelas Nações Unidas como locais de patrimônio histórico da humanidade, seriam deliberadamente alvejados por foguetes indiscriminadamente? Mas assim é. Durante um ataque aéreo em Jerusalém, eu corri até o porão de um edifício com crianças chorando traumatizadas. Durante um ataque aéreo em Tel Aviv, os vizinhos de um prédio de apartamentos mostraram grande força de espírito em desafio ao terrorismo chegando a abrigar estranhos, enquanto ouvíamos os estrondos dos foguetes acima. E assim como eu estava no meu avião, prestes a partir e voltar aqui para Genebra, a sirene soou em torno do aeroporto e tivemos que correr para fora do avião para procurar abrigo. Vocês ouviram as notícias hoje: as companhias aéreas internacionais estão agora deixando de voar para Israel por causa deste perigo. Eu acredito que o mundo deveria saudar esta nação aterrorizada, sitiada e aguerrida, que se recusou a se render à desmoralização, ao mostrar coragem, determinação e força de espírito para sobreviver e resistir a esta agressão maciça.
Sr. Presidente, volto-me agora para a resolução sobre a qual este Conselho em breve irá votar. O texto denuncia Israel, nega seu direito à defesa, e desconsidera os crimes de guerra do Hamas. Perguntamos: por que este Conselho se recusa a dizer o que foi dito há suas semanas pelo próprio embaixador palestino?
Em um momento extraordinário de sinceridade, o embaixador palestino Ibrahim Khraishi admitiu na TV Palestina em 9 de julho que “todo e cada míssil palestino lançado contra civis israelenses constitui um crime contra a humanidade”. E que, por outro lado, as ações de resposta de Israel em Gaza “seguem procedimentos legais”, porque, como o porta-voz do Hamas admitiu na TV, “israelenses os advertem para evacuar suas casas antes do bombardeio”, disse ele, porém “os mísseis lançados de nosso lado, nunca avisamos sobre onde esses mísseis vão cair ou sobre as operações que realizamos”. Como pode qualquer entidade da ONU ou indivíduo atuar pelos direitos humanos se eles se recusam a dizer aquilo que foi dito pelo próprio embaixador palestino? É possível que o verdadeiro propósito desta sessão seja silenciar as verdadeiras vítimas e vozes de direitos humanos ao redor do mundo, desviando a atenção dos piores abusos? Pedimos a todos aqueles que abraçam hipocrisia e duplos padrões:
Se no ano passado vocês não se manifestaram quando milhares de manifestantes foram mortos e feridos por Turquia, Egito e Líbia; quando mais do que nunca pessoas foram enforcadas pelo Irã; mulheres e crianças no Afeganistão foram bombardeadas; comunidades inteiras foram massacradas no Sudão do Sul; centenas no Paquistão foram mortas por ataques terroristas de jihadistas; 10.000 iraquianos foram executados por terroristas…
INTERRUPÇÃO PELO EGITO.
(Existe uma questão de ordem feita pelo Egito.)
EGITO TENTA SILENCIAR O OBSERVADOR DA ONU: “Eu não vejo que tenhamos razão para discutir outras questões referentes a situações de direitos humanos em outros países”.
EUA DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: “… o sr. deveria permitir que a ONG continue a falar.”
IRÃ TENTA SILENCIAR OBSERVADOR DA ONU: “Minha delegação gostaria de apoiar inteiramente a questão de ordem feita pela distinta delegação do Egito. Obrigado.”
CANADÁ DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: “Nós solicitamos que o sr. completasse sua intervenção.”
ISRAEL DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: “Nós pedimos para que o sr. permita que a ONG continue sua declaração.”
VENEZUELA TENTA SILENCIAR OBSERVADOR DA ONU: “Nós gostaríamos de apoiar a questão de ordem feita pelo Egito.”
PALESTINA TENTA SILENCIAR O BSERVADOR DA ONU: “O palestrante seguirá na mesma linha se não for impedido.”
CUBA TENTA SILENCIAR O OBSERVADOR DA ONU: “É inconcebível que esta organização, uma ONG tenha permissão de vir neste Conselho e distrair-nos com o pouco tempo que temos para debater uma questão de importância tão crucial como o genocídio cometido presentemente contra o povo palestino.”
VOLTA A PALAVRA AO OBSERVADOR DA ONU:
Obrigado, sr. Presidente. Vou apenas observar que houve algumas questões quanto à entrevista do embaixador palestino na TV palestina ser verdadeira ou não, mas vemos que o embaixador palestino acabou de intervir e não foi capaz de negar essas observações. Deixe constar isso no registro. Por fim, perguntamos:
…se vocês se recusam a falar pelos 1800 palestinos, se não mais, que morreram de fome, assassinados por Assad na Síria, e só se manifestam quando Israel pode ser culpado, então vocês não são pró-direitos humanos, vocês são apenas anti-Israel.
INTERRUPÇÃO FEITA PELA SÍRIA:
(Síria tem o direito de falar, por favor.)
Sr. Presidente, estamos acostumados a ouvir esta organização não governamental criar divisões entre os oradores e falando fora de hora, eu espero que o orador não tenha mais permissão de prosseguir com sua declaração. Obrigado.
VOLTA A PALAVRA AO OBSERVADOR DA ONU:
Obrigado sr. Presidente. Deixe o mundo saber que, numa sessão supostamente sobre direitos humanos palestinos, o governo da Síria se opôs a mencionarmos os seus 1800 palestinos que passaram fome e foram assassinados.

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Transcrição e tradução: Felipe Moura Brasil - http://www.veja.com/felipemourabrasil

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Educação no Brasil: Desconstruindo mitos com Gustavo Ioschpe.

     O escritor Gustavo Ioschpe em seu livro "O Que o Brasil Quer Ser Quando Crescer?" analisa a educação de um ponto de vista pouco discutido nos debates educacionais brasileiros na atualidade. Ele aponta diversos equívocos conceituais que, segundo ele, fazem a educação no Brasil ser uma das piores do mundo. 
       Que a educação no Brasil está a baixo do esperado já falamos aqui no artigo "Educação no Brasil: Falsos progressos na era PT", o que tentaremos agora, é buscar uma reflexão acerca de antigos paradigmas que envolvem nossa busca por uma educação melhor, sob a ótica de Ioschpe.

1. Para Gustavo, o problema da educação brasileira não é o baixo investimento, veja o que ele diz:
“Se um médico prescreve um remédio para uma doença e ele não surte efeito, a primeira opção é aumentar a dosagem. Se o problema persistir, provavelmente o médico tentará outro medicamento. Quando o assunto é educação, a lógica segue o caminho oposto: a solução para todos os problemas é sempre aumentar a dosagem do que se considera o único remédio, ou seja, o dinheiro. Os defensores desse tratamento desconsideram o fato de que repasses de verba cada vez maiores já foram anunciados por programas como Fundef e Fundeb sem melhorar a qualidade da educação. Apesar disso, o Plano Nacional de Educação, recém-sancionado pela presidente Dilma Rousseff, prevê que, até 2024, 10% do PIB brasileiro deve ir para o setor. Segundo a Unesco, países como Finlândia, China, Irlanda e Coreia do Sul, que apresentam os melhores índices educacionais do mundo, gastam até 5,7% do PIB com educação. Em contraponto, nações como Quênia, Namíbia, Armênia e Mongólia despendem entre 7% e 12,9% do PIB no setor: mesmo assim, não conseguiram solucionar o problema da baixa qualidade do ensino.”
2. A remuneração dos professores, segundo o autor, pouco irá influenciar na qualidade da educação:
“No Brasil, o salário da maioria dos profissionais, como médicos, engenheiros, artistas e professores, é em média 3,5 vezes inferior ao pago a profissionais das mesmas categorias nos Estados Unidos. A diferença salarial é explicada pelo PIB per capita de cada país. O professor ganha pouco por ser brasileiro, não por ser professor. O argumento comum, porém, é de que se o Brasil quiser atingir o patamar educacional de países desenvolvidos, como os próprios Estados Unidos, deve pagar o mesmo a seus docentes. Isso desconsidera o fato de que quase 80% do gasto com educação aqui são destinados a pagar salários de professores e funcionários. Se pagarmos aos docentes brasileiros, em termos nominais, o mesmo que os americanos recebem, eles seriam a única categoria a atingir esse patamar salarial no Brasil. Os demais profissionais, contudo, continuariam a ganhar 3,5 vezes menos.”
3.  Gustavo acredita que ganhando mais, os professores não vão ensinar mais:
"Não há, na literatura empírica nacional e internacional, provas de que salários mais altos influenciam a melhora na qualidade do ensino. Uma simples constatação disso é que os sucessivos aumentos no piso salarial dos docentes brasileiros até hoje não tiveram reflexos nos índices educacionais e também não solucionaram os problemas das greves, que continuam a acontecer todos os anos. O sistema educacional é perverso: se o professor faz mal o seu trabalho e ainda assim ganha mais, por que lutar para fazer um trabalho melhor que não trará mais ganhos?”
4. A crença de que a quantidade de alunos influencia na qualidade da aprendizagem também é desconstruída no trabalho de Ioschpe, ele diz:
“Este é um dos mitos comumente relacionados à baixa qualidade do ensino e à necessidade de aumento salarial dos docentes. A relação, porém, não resiste à apuração de pesquisas empíricas. Elas mostram que, em salas com menos de 20 alunos, a turma aprende o mesmo que em uma sala mais cheia. O único fator que faz diferença real é o professor e sua capacidade de gerir uma sala de aula e transmitir conhecimentos para um grupo.”
5. O autor não acredita que o modelo de escola em tempo integral irá melhorar os índices da educação no Brasil, eis sua fala:
"Há evidências de que mais horas-aula melhoram o desempenho acadêmico. O problema é que a carga horária brasileira, que já não é alta, raramente é cumprida, e a maioria dos programas de ensino integral praticados no Brasil oferecem atividades não-acadêmicas, como música e esporte, no contraturno. Nesse modelo, o ensino em tempo integral é um desperdício. A primeira prioridade deveria ser usar o tempo de aula de modo eficiente, pois o Brasil é um dos países que mais desperdiça tempo com atrasos de professores e alunos, anúncios, chamada etc. Quando essa carga horária estiver bem ocupada, e quando os programas no contraturno forem de português, matemática e outras disciplinas, o desempenho dos alunos vai melhorar. Nesse caso, eu seria totalmente favorável à iniciativa."
6. O atraso escolar não será resolvido com o uso da tecnologia.
“Praticamente toda a pesquisa sobre o assunto, não apenas no Brasil como no exterior, mostra que não há relação entre a presença de computadores na escola e aprendizado. Ainda assim, o Ministério da Educação decidiu em 2012 dar tablets aos professores, um custo de 150 milhões de reais. O fracasso atual das tecnologias em sala de aula não quer dizer que elas não possam dar resultados no futuro. A utilização de softwares específicos para aprendizado tem mostrado resultados positivos, principalmente em matemática. Mas o melhor software educacional disponível hoje é, disparado, o cérebro de um bom professor."
7. Para Gustavo, a escola não tem o papel de "formar cidadãos críticos e conscientes", isso revelaria um aspecto ideologizador assumido pela escola.
“Esse argumento reflete a ideologização do ensino, presente em todas as escolas brasileiras. Pesquisas do Inep (órgão ligado ao MEC responsável por pesquisas educacionais) com professores mostram que nove em cada dez docentes concordam com a afirmação de que ‘o professor deve desenvolver a consciência social e política das novas gerações’. Menos da metade, no entanto, acredita que ‘o professor deve evitar toda forma de militância e compromisso ideológico em sala de aula’. Essa percepção, além de alterar o conteúdo a ser ensinado, afeta a forma como ele chega aos alunos: por isso, trabalhos em grupo passaram a se sobrepor a exercícios individuais, notas e provas passaram a ser vistas com maus olhos e recompensar o mérito acadêmico é equivalente a premiar uma competitividade nefasta. É impossível, porém, medir se essa filosofia está efetivamente criando cidadãos críticos e conscientes ou apenas se sobrepondo ao ensino dos conteúdos.”
8. Os rankings educacionais não precisam considerar a realidade socioeconômica nas escolas:
"É verdade que os rankings educacionais não consideram fatores socioeconômicos. O que se esconde por trás desse mito, contudo, é a ideia de que por causa disso eles não podem ser considerados bons termômetros para a educação, como apontam os críticos das avaliações externas nacionais e internacionais. Os rankings estão certos em não considerar esses fatores, porque eles devem medir o conteúdo que está sendo ensinado em uma determinada etapa de ensino, independente da localidade da escola. Se eles considerassem o fator social, esse serviria apenas de muleta para justificar o fato de que em regiões mais pobres os alunos aprendem menos e não há nada a ser feito. Com os rankings isentos dessas peculiaridades, é possível saber onde está o problema e minimizar fatores externos ao ensino dos conteúdos com uma política educacional específica. Onde há déficit econômico, é preciso haver superávit educacional."
9. As escolas deveriam exibir suas notas de avaliação como fator motivador de melhorias:
"A divulgação das notas do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, que mede o fluxo escolar e o desempenho dos estudantes em avaliações nacionais) nas escolas é uma campanha que defendo há algum tempo. A medida já foi aplicada em Estados como Minas Gerais e Goiás e até o momento não foi constatado nenhum prejuízo psicológico aos alunos, nem nas escolas com as piores notas. Não há explicação lógica em pensar que uma criança seria humilhada por saber que estuda em uma instituição que não está oferecendo bom ensino. Pelo contrário: a divulgação dos dados educacionais deve servir para que as famílias cobrem melhorias e, ao mesmo tempo, para que as escolas tomem consciência de que precisam melhorar."
10. As universidades pública não precisam ser gratuitas para quem pode pagar:
"A cobrança de mensalidade para alunos ricos foi uma das primeiras bandeiras que defendi. Quando fui aprovado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde estudei apenas três semanas antes de ir para os Estados Unidos, cheguei a procurar a reitoria para que eu pudesse colaborar com a instituição de alguma forma, pagando mensalidade ou fazendo doações. Minha família pagou pelo ensino básico e não via razões para eu estudar gratuitamente no ensino superior. A universidade negou minha tentativa veementemente. A prática funciona perfeitamente em outras nações, como Austrália, Estados Unidos e Chile, que recentemente anunciou a gratuidade a todos os alunos. Será um retrocesso em um sistema educacional que colocou o país entre os melhores do mundo. No Brasil, é fato conhecido por todos que os aprovados em instituições públicas vêm de grupos econômicos mais favorecidos e a maioria esmagadora dos alunos mais pobres acaba em faculdades privadas de baixa qualidade. A cobrança não prejudicaria o sistema de ensino e traria subsídios para financiar os estudos de quem precisa."
11. A sociedade não se importa com a real situação da educação, pois não conhece a realidade:
"É socialmente aceitável ter um discurso que mostra preocupação com a educação, mas a maioria das pessoas não se importa realmente. Uma pesquisa do Inep com pais de alunos mostrou que, em uma escala de satisfação de 0 a 10, sendo zero muito insatisfeito e 10 muito satisfeito, a nota média dada pelos pais às escolas de seus filhos foi 8,6. Se as famílias brasileiras apontam esse nível de satisfação com o ensino público, muito dificilmente elas vão protestar por melhorias. É preciso ponderar, contudo, que esses dados não revelam falta de interesse por parte das famílias. Em muitos casos, os pais que não têm instrumentalização para medir a qualidade da escola, pois sequer terminaram o ensino básico. Para um pai, é muito difícil conviver com a ideia de que o filho está com problemas na escola e que ele não pode ajudar. Se ele sabe que tem um problema, mas não consegue apontá-lo, acaba se baseando em critérios mais palpáveis, como o recebimento de uniforme, transporte e outros fatores que não estão ligados diretamente ao aprendizado dos estudantes. Para reverter esse quadro, é preciso voltar a um passo anterior: mostrar a ele a realidade do sistema. O engajamento vem depois da conscientização do problema."
12. A educação no Brasil, não está melhorando como propagam os governos:
"Governantes e até órgãos internacionais, como Unesco e OCDE, gostam de ressaltar o crescente esforço do Brasil para melhorar a educação no país. As melhorias, porém, são pífias se comparadas ao gastos no setor. O problema do acesso ao ensino pode ter sido praticamente sanado, mas a qualidade da oferta definitivamente não traduz o discurso feliz e eleitoreiro de muitos porta-vozes."


sábado, 26 de julho de 2014

Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, repudia ação do Hamás - mídia brasileira se cala.

         No último dia 23 de Julho de 2014, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, em seu discurso, repudiou a ação do Hamás, que utiliza escolas da própria ONU para armazenar armamentos, foguetes e fazer disparos contra o território de Israel, provocando legítima reação e consequente baixa de civis. Eis a íntegra do texto:
O secretário-geral está alarmado de saber que os mísseis foram colocados em uma escola da UNRWA* em Gaza e que, posteriormente, estes desapareceram. Ele expressa sua indignação e pesar pela colocação de armas em uma escola administrada pela ONU. Ao fazer isso, os responsáveis ​​estão transformando as escolas em potenciais alvos militares, e pondo em perigo as vidas de crianças inocentes, funcionários da ONU que trabalham em tais instalações, e qualquer um que usa as escolas da ONU como abrigo. 
O secretário-geral observa que isto é inconsistente com a Resolução 1860 (de 2009) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que apela para a prevenção do contrabando de armas. Ele exige que os grupos militantes responsáveis ​​parem com essas ações e sejam responsabilizados por colocar em perigo a vida de civis desta maneira.
O secretário-geral pediu uma revisão completa de tais incidentes e de como a ONU reage em tais casos. As Nações Unidas estão tomando medidas combinadas para aumentar a sua vigilância na prevenção de tais episódios para que eles não voltem a acontecer. Para este fim, o secretário-geral das Nações Unidas determinou que o Departamento de Proteção e Segurança (DSS) e do Serviço de Ação contra Minas da ONU (UNMAS) desenvolvam de imediato e implementem um plano de segurança eficaz para a manipulação segura de quaisquer armas descobertas nas instalações da ONU. Além disso, ele orientou o UNMAS a organizar e preparar imediatamente o pessoal com experiência para lidar com esta situação.
O secretário-geral convida todos aqueles que têm alguma influência sobre os grupos militantes para enviar uma mensagem inequívoca de que isto é inaceitável.
Por fim, o secretário-geral expressa seu total apoio ao enorme trabalho do pessoal da UNRWA, que continua a operar sob circunstâncias profundamente desafiadoras.

          Como é de costume, a mídia brasileira, comprada pela esquerda, se comporta como se Israel fosse o monstro e o Hamas fosse a vítima. Na verdade, tanto palestinos quanto judeus são vítimas de um facção terrorista reconhecida no mundo inteiro: o Hamas.
          O embaixador de Israel nos EUA, Ron Dermer, em entrevista à CNN, considerou como "desserviço" da mídia americana o fato de não noticiar o texto do Secretário da ONU, declaração na qual se reconhece as artimanhas criminosas do Hamas. As palavras do embaixador para a entrevistadora Erin Burnett:
“E eu acho que seria um desserviço aos seus telespectadores que um repórter na Faixa de Gaza não mencionasse que, na última semana, tivemos duas escolas diferentes da UNRWA, onde tivemos realmente foguetes encontrados nessas escolas e entregues ao Hamas.
Essa é uma informação publicamente disponível. É uma espécie de fato importante para seu repórter mencionar. E, somando-se a isso, ele poderia ter mencionado a declaração feita não pelo embaixador de Israel, não pelo porta-voz da IDF [da sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel], mas pelo secretário-geral da ONU… ontem!”

         A atitude do Brasil em meio ao conflito beira o absurdo ao ponto de o embaixador de Israel no Brasil afirmar que nós não temos nenhuma relevância. E como teríamos? Um país cujos governantes dão apoio a ditadores, comunistas, terroristas e toda sorte de gente que não presta, realmente não tem moral e nem vergonha na cara para dar qualquer opinião. 

         O PT me envergonha.



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* UNRWA é a sigla em inglês para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente.

Fontes:

http://www.un.org/sg/statements/index.asp?nid=7885

https://www.youtube.com/watch?v=11x7FJS9O7I#t=95

Traduções: Felipe Moura Brasil

Cidadãos de Gaza criticam o Hamas

ESCRITO POR ISRAELWTF.COM | 25 JULHO 2014
A Faixa de Gaza converteu-se em um lugar estranho nos últimos dias. A recente escalada de violência afetou a população, mas há os que apóiam os ataques e foguetes do Hamas. Estes que apóiam, saem às ruas para celebrar cada vez que o Hamas ataca algum ponto importante em Israel e, em repetidas ocasiões, seguem as instruções do Hamás para servir como escudos humanos. Entretanto, existe em Gaza um segundo grupo, que atua de forma mais silenciosa por medo, que se opõe por completo às políticas do Hamás na Faixa de Gaza.
Um chofer que trabalha em Gaza, Abu Eli (nome fictício), conta a jornalistas de AP sobre a realidade social na Faixa de Gaza: “Aqui todos odeiam o Hamas, porém têm medo de dizê-lo publicamente”. Abu Eli não quis dar sua verdadeira identidade por medo de represálias do Hamas, mas assegura que a maioria de sua vizinhança critica o Hamas embora às vezes seja só de forma silenciosa, pelo medo que sentem. “Nossa comida chega desde Israel, porém o que nós lhes devolvemos são foguetes - foguetes que nem sequer fazem pequenos buracos na terra”
Enquanto o Hamas se esforça em lançar foguetes para Israel, governa uma população que vive em crise constante pela escalada da violência. O Hamas fez com que as pessoas não possam trabalhar e que seu estado econômico e social se veja afetado gravemente pela situação atual.
Através da operação, Israel permitiu a passagem de centenas de caminhões com insumos básicos e médicos para a população civil em Gaza. Israel facilitou a passagem de mais de 5.000 toneladas de alimentos, 500 unidade de sangue doado, 1.000 toneladas de combustível, mais de 600.000 litros de gasolina e mais de 900.000 litros de combustível diesel.
Além de tudo isto, também existem muitas críticas à liderança do Hamas por sua corrupção e o alto nível de vida que levam em comparação com o povo palestino. Muitos jornalistas do mundo árabe e bloggers, estiveram nos últimos dias criticando líderes como Ismail Hanniyeh e Kaled Meshaal por sua desconexão com a realidade social palestina. No exemplo que vemos aqui, podemos ver Ismail Hanniyeh em um avião de luxo e desde uma conta de Twitter comentam: “Viajam em aviões privados e arrecadam dinheiro para seus próprios bolsos”.
O Hamas recebe a cada ano centenas de milhões de dólares em ajuda humanitária dos quais, em grande parte, acabam chegando aos bolsos de seus líderes e ao pagamento de soldos para os “empregados” do Hamas na Faixa de Gaza.

Caminhões de suprimento em sua entrada em Gaza. Crédito: Flash90
FONTES:
http://www.midiasemmascara.org/
Tradução: Graça Salgueiro

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Honra ao Ditador: Raul Castro é hospedado na residência oficial da Presidência da República

      Quando este país tinha a menor sombra de decência, falar em ditadura era repugnante, que dirás se aliar a ela. Hoje vivemos tempos em que a pouca vergonha, o cinismo e a canalhice impera dentro do governo e fora dele. Isso se pode comprovar quando se ver um presidente (Dilma) de um país democrático, hospedar com pompa e receber com honra um ditador (Raul Castro).
Presidente Dilma e o ditador Raul Castro
      Ontem (17/07), o ditador de Cuba, Raul Castro, foi recebido com honras e hospedado na residência oficial da Presidência da República em Brasília. A Granja do Torto foi concedida à delegação cubana, coisa que não se costuma fazer a nenhum chefe de Estado, o governo Dilma faz. O jornal Folha de São Paulo[1] apurou que o fato aconteceu para demonstrar maior intimidade entre os dois governos.
     Enquanto os partidos de oposição se manifestam timidamente quanto a esse ato de clara complacência com a ditadura castrista, cabe-nos refletir se esta atitude seria de fato necessária ou plausível. Nem um, nem outro. Trata-se de uma atitude que fere os princípios da democracia brasileira e mais ainda, fere a honra da nação brasileira.
     A pergunta é: você colocaria um criminoso, com o qual tua família não tivesse qualquer afinidade, dentro da tua casa? Sei que ainda que houvesse afinidade, seria difícil alguém dizer sim, quiçá não tendo afinidade alguma. Tantos outros chefes de Estado estão no país, todos em seus hotéis, com seu aparato de segurança, chefes que foram eleitos legitimamente pelo seu povo, mas o governo Dilma estende a mão para um ditador? Isso é no mínimo imoral!
     Enquanto a oposição critica o alinhamento ideológico da presidência com o ditador, a presidente afirma que a oposição tem preconceito com Cuba e que esta honraria inédita é "relação diplomática de alto nível"[2]. Ora, é evidente que tal honraria é oriunda de uma afinidade antiga da presidente com o regime castrista em Cuba. E se existe algum preconceito, não é contra Cuba, o povo cubano merece todo o nosso respeito, porém contra o regime dos castros, que é mundialmente questionado, falar apenas em preconceito é simplório de mais. Contra tal regime temos que sentir nojo e desprezo. O G1, ainda comete o cinismo de chamar o ditador de presidente, que falta de vergonha, presidente é quem é eleito democraticamente e não quem está no poder e impõe a sua confirmação pelo povo que não tem outra alternativa.
       Esta afinidade do governo brasileiro com ditadores desmoraliza o Brasil. Além disso, demonstra a paixão do PT pelo autoritarismo. É no mínimo contraditório que um partido que se diz vítima de uma ditadura, estenda a mão para ditadores. Gostaríamos que a nossa presidente soubesse que o Brasil não apoia o castro-comunismo.


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1 - http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1487339-governo-brasileiro-hospeda-raul-castro-em-residencia-presidencial.shtml
2 - http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/07/planalto-diz-que-raul-castro-pediu-para-se-hospedar-na-granja-do-torto.html

PARA SABER MAIS:
Aconselho a leitura do livro "O eixo do mal Latino-Americano" do Heitor de Paola. (Baixe Aqui)


segunda-feira, 14 de julho de 2014

MENTIRA: Irã acusa Israel de utilizar bomba de fósforo

       Uma matéria divulgada no site do Irã (clique aqui) afirma que Israel tem usado bomba de fósforo contra os civis em Gaza. Sem qualquer prova fática, utilizando apanas o depoimento de um suposto médico palestino, sem qualquer investigação de organismos internacionais. A mesma matéria é reproduzida irresponsavelmente pela imprensa brasileira como é o caso do site Notícias da Bahia (clique aqui). Uma armação na tentativa de ocultar a realidade.
      Em 2009, dois comandantes militares do exercito israelense, sem nenhuma autorização oficial, utilizaram arma de bomba de fósforo. O IDF (Força de Defesa de Israel), agiu imediatamente para punir de modo exemplar os seus militares (confira aqui) e se responsabilizou perante a comunidade internacional. Logo, este episódio foi abominado pelo IDF e jamais voltará a ser usado.
      Os atuais ataques ao Hamas é feito de modo cirúrgico, o IDF atua para preservar as vidas civis, porém o próprio Hamas utilizam seu povo como escudo humano. As vítimas ou não dão ouvidos aos avisos do IDF ou são obrigadas a permanecer no local que será bombardeado ().
     O problema no Oriente Médio é muito simples: o Hamas quer destruir Israel. Todos os países árabes, muçulmanos, países como a Síria, Líbano, Iraque, Jordânia, Egito, todos querem o fim de Israel. Estes povos não reconhece a existência do Estado judeu, não querem a paz com ele e não negociam. Vale lembrar que o Estado judeu é muito pequeno em relação ao conjunto dos países citados. 
     No vídeo a baixo, o especialista em assuntos orientais, Dr. Denis Prager, dá uma explicação simples para o conflito no Oriente Médio. O vídeo está legendado.


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